Obras no Laranjeiras começam em junho

Os serviços de infraestrutura no Parque das Laranjeiras deverão ser iniciados em junho, após cumpridos os períodos de cada etapa do processo licitatório, iniciado em março, quando ocorreu a publicação do aviso de concorrência pública – uma das modalidades de licitação.

Na terça-feira, 14, a Secretaria de Suprimentos e Qualidade realizou a abertura dos envelopes apresentados pelas empresas interessadas na execução das atividades no bairro da zona Leste. Na ocasião, a primeira classificada foi a Construtora Simoso Ltda, de Mogi Mirim, ao oferecer o serviço no valor de R$ 10.763.473,40. No sábado, 18, a classificação geral será publicada no Jornal Oficial de Mogi Mirim.

A documentação já está sob análise de técnicos da Secretaria de Planejamento Urbano, responsável por averiguar de maneira detalhada se a proposta cumpre os requisitos exigidos pela Prefeitura, dentre as quais os valores dos mais variados serviços a serem prestados, bem como os itens a serem utilizados.

A companhia vencedora deverá implantar amplo sistema de infraestrutura de obras e mobilidade urbana, englobando uma série de etapas, iniciadas a partir de serviços preliminares para que, na sequência, seja feita o nivelamento do solo, a fim de serem viabilizados a implementação de rede de drenagem pluvial, rede coletora de esgoto, rede de distribuição de água potável, pavimentação asfáltica, calçadas e, por fim, a sinalização viária, dentro do prazo de 12 meses, a partir da expedição da ordem de serviço emitida pela Prefeitura.

Todo o projeto será efetivado com recursos financeiros da Caixa Econômica Federal através do programa “Avançar Cidades” do Governo Federal. A assinatura do convênio com a Prefeitura foi realizada em novembro passado, em evento na Estação Educação. Em março, o banco federal aprovou a liberação do montante, mediante aprovação dos projetos encaminhados pelo Governo Municipal. Com o aval do órgão, a Prefeitura iniciou os trâmites necessários para a regularização viária do Parque das Laranjeiras.

“A nossa expectativa é de que até 31 de maio o contrato esteja assinado e a ordem de serviço dada”, destacou o prefeito Carlos Nelson Bueno (PSDB), explicando que as obras devem começar em seguida, nos primeiros dias de junho. O prefeito adiantou ainda que devido ao valor conseguido na licitação provavelmente será possível asfaltar outras ruas que não estão previstas neste momento.

FASE 1
A etapa inicial do projeto prevê a urbanização de 19 vias. Em uma delas, a Rua José Lourenço de Moraes (rua 50), não haverá pavimentação. A explicação técnica é de que a inclinação da área inviabiliza o asfaltamento e, no local, deverá ser realizada uma escadaria.

A infraestrutura em todo o bairro está prevista para ser organizada em duas fases. A primeira etapa atenderá a área delimitada pelas ruas Ângelo Bruno, Jorge Duarte Filho, Francisco Ferretti e Milton da Silveira Pedreira. Já a fase 2 compreende a região demarcada entre as ruas 31 até a 37, próximo de onde está localizado o Projeto Maguila e a divisa com o loteamento Boa Vista.

“Essa divisão se dá apenas por estratégia de regularização, porque, na verdade, o bairro inteiro deverá ser regularizado. São dois mil lotes no total, sendo que a fase 1 engloba quase 900 lotes”, numerou o secretário da Secretaria de Mobilidade Urbana, Eduardo Schmidt.

O projeto de regularização e o levantamento do cadastramento social, isto é, todos os elementos técnicos necessários para efetivar a aprovação e registro do loteamento formam a atual etapa em tramitação da fase 2.


Prefeitura se diz "chocada" após vereadores derrubarem placa do HM

Em nota oficial divulgada na tarde desta terça-feira, 14, a Prefeitura de Mogi Mirim afirmou que está "chocada e perplexa" com o episódio envolvendo a placa de divulgação do Hospital Municipal, em terreno no Jardim Aeroclube, região Oeste da cidade.

No início da tarde de hoje, o vereador Tiago Costa (MDB) divulgou nas redes sociais um vídeo no qual aparece derrubando a placa, com a ajuda de outros parlamentares: Maria Helena Scudeler de Barros (PSB), Moacir Genuário (MDB) e Marcos Gaúcho (PSB).

"Enquanto o senhor [prefeito] não apresentar um projeto de verdade para o cidadão mogimiriano na área da Saúde, essa placa não vai sair do chão", diz Tiago. No vídeo, os vereadores também pedem para que o prefeito Carlos Nelson Bueno (PSDB) retire da Câmara os projetos de lei que autorizam a construção do Hospital Municipal.

Já no final da tarde, a Prefeitura se pronunciou sobre o episódio. "Sobre o ato em questão, só cabe à Administração Municipal informar que está chocada e perplexa diante de tal atitude lamentável ocorrida nessa terça-feira, em área pública", diz a nota oficial.

A polêmica se dá um dia após a Câmara Municipal, por 8 votos a 7, decidir adiar por 15 dias a votação do projeto de lei que incluiria a verba para construção do Hospital Municipal no orçamento da Prefeitura. Os vereadores de oposição defendiam que a votação deveria ter ocorrido ontem, 13.

Em vídeo, vereadores derrubam placa e pedem que prefeito retire projeto da Câmara
Veja o vídeo:

Ricardo Brandão critica proposta de hospital municipal

O ex-prefeito Ricardo Brandão (MDB) não esconde sua preocupação com a possibilidade de aprovação dos projetos de lei na Câmara Municipal que autorizam a Prefeitura de Mogi Mirim a emprestar R$ 17 milhões que, somados a outros R$ 10 milhões em caixa, serão utilizados na construção de um hospital municipal no Jardim Aeroclube, zona Oeste da cidade.

“Com R$ 27 milhões não se faz um hospital. Ele [atual prefeito] vai construir uma porta para o doente entrar sem ser atendido”, sentenciou Ricardo, em entrevista para A COMARCA na manhã de sexta-feira, 10. Ainda se recuperado de um quadro de dengue, o ex-prefeito criticou a postura de Carlos Nelson Bueno (PSDB) na falta de diálogo sobre o projeto do hospital. Faltou, na opinião dele, apresentação mais clara das intenções da Administração Municipal.

Ricardo, se apresentando como pré-candidato a prefeito, criticou as decisões tomadas até agora, lamentou o fechamento da UANA na Santa Casa, teme pelo futuro da instituição com a falta de apoio da Prefeitura e ainda criticou a falta de políticas para a segurança e para a geração de emprego. Leia alguns tópicos da entrevista:
 
HOSPITAL MUNICIPAL
Vou falar do hospital observando dois aspectos. Quero falar um pouco do lado técnico. Esse hospital municipal que o prefeito quer implantar, na minha avaliação, é uma obra inviável para o momento e que vai trazer grandes prejuízos no futuro para o Município. Não é fácil elaborar um projeto como esse, com engenharia, arquitetura. Requer gente especializada. É um projeto longo, custoso. Com R$ 27 milhões não se faz um hospital. Ele vai construir uma porta para o doente entrar sem ser atendido. Hospital é algo grande. O de Mogi Guaçu é aquele prédio enorme com apenas 40 leitos. Custa para a prefeitura mais de R$ 40 milhões por ano, com prejuízo de R$ 33 milhões. Quanto investimos com recursos próprio na Santa Casa de Mogi Mirim? Nem R$ 20 milhões. Tem mais: em Mogi Guaçu, a prefeitura mantém o hospital municipal e tem uma parceria muito boa com a Santa Casa. Aqui, o prefeito quer construir o seu hospital, porque é um desejo tão somente dele, sem ter ouvido a população, e ainda por cima dar as costas para a Santa Casa.

E é aí que eu entro no lado que envolve um pouco de gratidão. Mogi Mirim utiliza a Santa Casa por mais de 150 anos. Investimos em serviços, em prestação de serviço para a população. Houve momentos de parceria, de cogestão, até mesmo governos anteriores investiram pesado na Santa Casa, mas o prefeito atual eu não sei o que ele tem contra a Santa Casa, porque em 2012 já decretou intervenção e neste mandato atual já reduziu 20% dos repasses, sem falar nos atrasos de pagamento propositais. Ele não gosta da Santa Casa. E esse não é o melhor caminho, porque a proposta dele é emprestar dinheiro para construir um hospital que, nos primeiros anos, não atenderá a nossa demanda. Vou antecipar o que vai acontecer se esse projeto for aprovado, se esse empréstimo de R$ 17 milhões for autorizado pela Câmara: o próximo prefeito terá que gastar muito mais dinheiro para entregar a obra, para que o hospital funcione minimamente como se espera. E quem vai trabalhar nele? A Prefeitura terá que contratar, equipar, tudo isso é muito dinheiro. Em algum momento tivemos alguma discussão a respeito? O prefeito não dialogou, não apresentou projeto, não levou isso ao conhecimento do mogimiriano. A Câmara poderá entregar na mão dele um cheque em branco, porque não temos ideia o que será esse hospital municipal.

Tudo na minha avaliação é inviável. Não podemos deixar de olhar na estrutura montada que é a Santa Casa de Mogi Mirim. É uma irmandade centenária, e tenho muito carinho porque eu nasci nela, meus filhos nasceram nela, muitos mogimirianos nasceram nela. O prefeito, não. Por isso, não tem intenção alguma de preservar essa história.

DÍVIDA DA SANTA CASA
O problema da dívida da Santa Casa é unicamente da Santa Casa. A Prefeitura tem o seu papel de parceira. Deve contratar serviços pagando o que merece ser pago, e não o que a Prefeitura quer pagar. Isso é o que tem acontecido. A Santa Casa é um prestador de serviço e o serviço engloba uma série de coisas que hoje não se leva em conta. Não quero que o prefeito pague a dívida da Santa Casa que é impagável, o que a gente quer é que haja ações políticas. Ele como prefeito deve buscar deputados, governador, tentar congelar essa dívida e viabilizar a parte de estrutura do hospital, de atendimento do hospital. Bastar ter vontade.
É necessário que tenha planejamento, que repasse os recursos e não estrangule a Santa Casa. Já conhecemos quem é o prefeito. É uma pessoa raivosa e vingativa. Isso ele está fazendo desde o segundo mandato, quando fez a intervenção na Santa Casa. Não adianta ele não gostar do administrador, não adianta palpitar numa dívida que não é dele, tem que olhar com carinho para a Santa Casa, porque quem usa a Santa Casa é porque não tem convênio e não é atendido em Campinas.

COMO AVALIA A SAÚDE?
A saúde de Mogi Mirim está um caos. O fechamento da UANA provou ser um péssimo negócio. A UPA da Zona Leste, onde está, não é bom pra ninguém. Fica longe da Santa Casa. Imagine a distância se o hospital do atual prefeito for construído. O paciente da UPA terá que atravessar a cidade até o hospital em caso de maior gravidade. A decisão do prefeito de fechar a UANA veio no afogadilho, que atrapalhou toda a estrutura de atendimento em Mogi Mirim. As coisas na saúde, com relação UPA, Santa Casa e hospital só não melhoram agora porque o prefeito não quer.

Não sou contra a construção do hospital municipal, quem sabe no futuro seja a solução, através de uma parceria com empresário que queira investir na saúde. No momento, não é a saída. A Santa Casa é o nosso hospital. O prefeito fala que a região será beneficiada com o hospital. Ele deveria se preocupar com o mogimiriano, primeiramente. Nós estamos mal das pernas na saúde e a culpa é dele.

Se cabe aqui uma sugestão, se a vontade do prefeito for feita, os vereadores deveriam atrelar recursos para a Santa Casa na aprovação do investimento para a construção de um hospital.

CÂMARA
Daqui um ano e cinco meses, Mogi Mirim terá um novo prefeito. Os vereadores que votarem pela aprovação do hospital municipal vão ter responsabilidade futura. Acho que deveriam repensar e pensar na cogestão com a Santa Casa. O resultado é mais imediato e é o que a população precisa.

ELEIÇÕES
Se tem um lado bom nessa história, na eleição de 2016, embora não tenha vencido, foi importante para muitas pessoas me conhecerem. Fui prefeito entre 1977 a 1982, fiz inúmeras obras em Mogi Mirim, criei projetos, criei a Guarda Municipal e a Brigada de Incêndio. Tentei colocar para a população a necessidade de praticar a mudança, mudança de gestão. Penso que Mogi Mirim precisa ter um prefeito mais aberto, mais democrático, mais junto da população, que escute a população, que busque a solução através do diálogo, diferente do que ocorre agora. O prefeito atual não abriu discussão alguma sobre o hospital municipal.

Queria dizer que jamais abandonei a decisão de ser candidato em 2020. Agora em janeiro, dei uma entrevista dizendo que minha intenção é ser candidato em 2020. Estaria agindo como pré-candidato, porque ainda tenho a esperança de passar para a população um plano de governo que vem ao encontro aos anseios da comunidade. Fora a vontade de voltar a desenvolver Mogi Mirim.

CARÊNCIAS
Recentemente foi inaugurada a Havan. Tem o lado positivo, da geração de emprego, mas estas redes vêm como rolo compressor. O que precisa ser feito? Fortalecer o empresário, o microempresário, o autônomo, aquele que tem comércio. Não só trazer empresas, mas olhar para o nosso empresário. Mogi Mirim está largada nesse aspecto.

Não podemos nos iludir. Achávamos que o data-center do Itaú iria transformar a cidade. E o que mudou desde a sua inauguração? É importante? Claro que é. Mas, às vezes, é melhor dar mais valor a quem é de nossa terra. Muitos empresários daqui carecem de atenção, de projetos, de oportunidades.

SEGURANÇA
É um item essencial na agenda de qualquer prefeito. Converso com muitas pessoas, do medo que tem de sair à noite na rua, de serem abordados, sequestrados, ou quando estão em casa, do bandido entrar em casa. O que o poder público faz para melhorar a segurança da cidade? Nada. Não tem projeto, não tem pedido por policiais, não se vê projeto para monitoramento da cidade, é por isso que à luz do dia somos assaltados ou nos vemos diante dessas manchetes das páginas policiais.

DESENVOLVIMENTO
O cenário atual com a crise é desanimador. O emprego não é gerado pela indústria. Pelo contrário, só vemos postos de trabalho sendo fechados. O comércio também não emprega como antes. Mogi Mirim não vê um alento. Uma forma de aquecer a geração de emprego seria com a construção civil, mas o atual prefeito não autoriza a construção de loteamentos. Alguns sabemos que são problemáticos, mas outros poderiam ser liberados porque gerariam empregos e em renda para o município. O loteador ou o proprietário da terra passa a pagar imposto para a Prefeitura. É muito melhor do que usar área para plantar mandioca.

Ricardo Brandão: Com R$ 27 milhões não se faz um hospital. Vai construir uma porta para o doente entrar sem ser atendido

Com 604 casos de dengue, Mogi Mirim decreta estado de emergência

O prefeito Carlos Nelson Bueno (PSDB) decretou estado de emergência em Mogi Mirim, em razão da epidemia de dengue na cidade. O decreto 7.907 foi publicado na edição do dia 4 do Jornal Oficial de Mogi Mirim. Entre as principais medidas autorizadas está a entrada compulsória em residências em que os agentes de saúde não puderem atuar.

A entrada dos agentes de saúde nas casas para busca de criadouros do mosquito Aedes aegypti, transmissor da doença, tem sido a maior dificuldade encontrada pela Prefeitura. A Vigilância em Saúde estima que os funcionários da Prefeitura não têm conseguido entrar em pelo menos 30% das moradias.

Com a publicação do decreto, fica autorizada a entrada compulsória em imóveis particulares e públicos nos casos de recusa ou ausência de pessoas que possam autorizar a entrada dos agentes de saúde. Nos casos de recusa, poderá ser solicitado o apoio da Guarda Civil Municipal e da Polícia Militar.

Nos casos de ausência de moradores em residência suspeita de ter focos do mosquito transmissor da dengue, os agentes de saúde notificarão o imóvel sobre a primeira tentativa de entrada, informando data e horário para a segunda tentativa. Se, mesmo assim, não encontrarem ninguém no imóvel, será publicado no Jornal Oficial uma autorização para a entrada compulsória. Os custos dessa ação ficarão a cargo do proprietário do imóvel.

“O decreto nos dá força, até de forma jurídica, para que possamos adentrar em locais que ainda temos dificuldade”, comentou a secretária de Saúde, Flávia Rossi. “Infelizmente ainda temos um problema muito sério de conscientização”, lamentou. Flávia concedeu entrevista coletiva à imprensa na última segunda-feira, 6, quando atualizou os números da doença na cidade.

Até aquela data, Mogi Mirim havia registrado 530 casos de dengue. Na sexta-feira, 10, a Prefeitura atualizou os dados. Já são 604 confirmações da doença. Desses, 260 foram identificados na zona Leste, que concentra o maior número de casos. Na zona norte, são 184 casos. Na região central são 65 pessoas contaminadas, mesmo índice da região Sul. Na zona Oeste são 38 casos.

Com a publicação do decreto, os imóveis em que forem encontrados criadouros com larvas do mosquito Aedes aegypti receberão um aviso de inconformidade, que será encaminhado também para a Vigilância Sanitária. Se, após três dias, a situação não for resolvida e os criadouros eliminados, o proprietário receberá um auto de imposição de penalidades, que acarretará em multa.

De acordo com a Vigilância, a multa varia de acordo com a gravidade da situação. Em residências nas quais os criadouros encontrados são maiores, oferecendo maior risco, a multa será mais pesada, podendo chegar a até R$ 1,5 mil, de acordo com a legislação vigente. No caso de indústrias, a Secretaria de Saúde segue o Código Sanitário, no qual as penalidades são distintas.


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Tentativa de roubo tem PM baleado e ladrão morto

Leandro Nonato Moreira, 30, natural de Itapira, mas morador da Vila Dias, Zona Leste de Mogi Mirim, morreu na tarde desta sexta-feira, 10, ao trocar tiros com um policial militar. Ele e outro suspeito invadiram uma clínica odontológica e, assim que anunciaram o assalto, se depararam com o PM que estava no local como paciente. O policial foi baleado e seu estado é estável. O outro assaltante fugiu.

As primeiras informações apuradas nas investigações comandadas pela delegada Raquel Cassali dão conta que, por volta das 15h30, Leandro, usando capacete e de arma em punho, invadiu a clínica, localizada à rua Marciliano, região central de Mogi Mirim, anunciando o assalto.

O policial militar, que estava na sala de espera para ser atendido, se identificou e ao tentar sacar sua arma, o criminoso efetuou disparos em sua direção, atingindo-o na região torácica. Mesmo ferido, o PM, em dessa própria e dos funcionários e demais pacientes que estavam pelo local, revidou, disparando e atingindo Leandro, que caiu ferido.

A arma que o criminoso usava, um revólver 38 com numeração suprimida, caiu próximo do suspeito, que tentou pegá-la novamente para disparar contra o policial, mas, não conseguiu, vindo a falecer.

O comparsa de Leandro, que estava do lado externo da clínica, efetuou outros disparos e fugiu na contramão com uma moto CG Titan. Policiais civis, guardas municipais e policiais militares realizaram buscas que estavam em andamento até o fechamento desta edição, na tentativa de localizar o outro envolvido.

Segundo informações, horas antes deste crime, Leandro e o comparsa teriam tentando roubar uma residência no Jardim Elite. O suspeito morto já esteve preso por homicídio. Em 2013, matou Juliana Cristina Carlos, na ocasião, namorada de seu irmão, em um bar de Mogi Mirim.

O PM baleado foi socorrido até a Santa Casa para atendimento médico e não corre risco de morte.


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Inaugurada nova iluminação da Praça Rui Barbosa

Foi acesa na noite de quinta-feira, 9, a nova iluminação da praça Rui Barbosa, no centro de Mogi Mirim. O novo sistema de iluminação pública do local conta com lâmpadas de LED, o que deve trazer mais eficiência luminosa ao principal cartão postal do município. “Essa iluminação intensa vai enfeitar e enaltecer as qualidades da praça e da fachada da igreja matriz”, destacou o prefeito Carlos Nelson Bueno.

A substituição do sistema de iluminação pública da Praça Rui Barbosa, com a consequente instalação de lâmpadas, luminárias e infraestrutura elétrica para atualização da carga existente por sistemas LED, foi realizada pela empresa Tecnolumen Iluminação Urbana, de Ribeirão Preto, vencedora do processo de licitação, com a proposta de R$ 314.447,09 pelo serviço. Foram instalados 97 novos postes, sendo 13 deles destinados à frente e às laterais da Igreja de São José.

A troca do sistema de iluminação foi o segundo passo para o processo de revitalização completa da Praça Rui Barbosa, iniciado em 2017 com a remodelagem paisagística. A Prefeitura justificou o procedimento, destacando que a ‘Rui Barbosa’ é a principal praça da cidade, com grande fluxo de pessoas e composta de monumentos importantes, como o Relógio de Sol, o monumento a Rui Barbosa, o marco geodésico, o chafariz e o coreto. Além disso, faz divisa imediata com a Praça São José, onde está localizada a Igreja Matriz de São José.

A Administração destaca que o sistema de iluminação atual era composto por luminárias de pequeno porte em diversos pontos, com lâmpadas de vapor de sódio com eficiência luminosa limitada. Por isso, a revitalização do sistema é importante para a recuperação paisagística da praça.

O mesmo serviço será realizado em outros pontos da cidade. As Chácaras Planalto Bela Vista, parte do Parque das Laranjeiras, duas marginais da Rodovia SP-340, a rua Padre Roque, a rodovia Nagib Chaib (ligação com Mogi Mirim) e as avenidas Pedro Botesi e Adib Chaib também receberão iluminação com sistema LED.

“A essa obra (Rui Barbosa), se sucederá muitas outras. Cinco ou seis praças serão iluminadas da mesma forma e esperamos inaugurá-las ainda este ano”, adiantou o prefeito. Os serviços com o novo sistema de iluminação estão sendo custeados com recursos da CIP (Contribuição de Iluminação Pública).

Praça Rui Barbosa ganhou nova iluminação com o sistema inaugurado


De olho em 2020, PDT filia Paulo Silva e Massao

Flávio Magalhães

O Partido Democrático Trabalhista (PDT) de Mogi Mirim anunciou nesta semana a filiação do ex-prefeito Paulo Silva, do ex-vice-prefeito Massao Hito e de outros dissidentes do PSB local, como a ex-vereadora Luzia Cristina Côrtes Nogueira e os ex-diretores municipais Paulo Tristão e David Valpassos Viana.

Segundo o presidente do PTD de Mogi Mirim, Oberdan Quaglio Alves, um dos objetivos da legenda é ter um nome para disputar a Prefeitura nas eleições de 2020. “O grupo ainda não determinou nenhum nome que represente a todos. A minha vontade, como presidente do PDT, é que o Dr. Paulo Silva seja o nosso candidato, mas depende da aceitação dele”, explicou para A COMARCA.

Oberdan também reforçou que a filiação do grupo fortalece uma possível união dos partidos de centro-esquerda para as eleições do ano que vem. “Estamos nos reunindo e debatendo pautas em comum com outros partidos progressistas para que nos alinhemos para as eleições”, confirmou o presidente do PDT.

A visão é compartilhada pelo ex-prefeito Paulo Silva, que também conversou com A COMARCA. “O objetivo é não permitir que pessoas atrapalhem a união no campo progressista”, ressaltou, afirmando que as conversas no momento são com membros do PV, do PT e do AVANTE, sendo esse último presidido pela ex-vereadora Dayane Amaro Costa.

Por outro lado, Paulo Silva negou qualquer possibilidade de candidatura em 2020. “Vou contribuir no que for possível, mas não sou candidato. Temos que pensar em outras alternativas”, sugeriu. O ex-prefeito pretende ajudar a fazer no PDT algo similar ao que foi feito no PSB nos anos 1990, ou seja, uma reestruturação geral.

“Existe uma mácula no partido, ele foi usado duas vezes em eleições municipais”, declarou Paulo Silva, se referindo às eleições de Carlos Nelson Bueno (2004) e de Gustavo Stupp (2012) pelo PDT. “Gostamos da proposta do partido a nível estadual, uma proposta de construção partidária. Não é um partido fisiológico, que busca crescer a qualquer custo”, ressaltou.

Paulo Silva, assim com Massao Hito e diversos nomes da “velha guarda” do PSB, deixaram o partido após a filiação do deputado estadual Barros Munhoz, no ano passado.

Paulo Silva e Massao Hito, ex-prefeito e ex-vice-prefeito, se filiaram ao PDT

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