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Prazo para pedir isenção da taxa do vestibular Fatec termina na segunda

Acaba na próxima segunda-feira, 6, o prazo para o pedido de isenção da taxa do vestibular da Faculdade de Tecnologia (Fatec) de Mogi Mirim. Os vestibulandos que não conseguirem a isenção total ainda podem solicitar uma redução de até 50% do valor.

Os interessados têm até as 15h de segunda-feira para solicitar a isenção ou desconto. O vestibulando poderá solicitar os dois benefícios, desde que se enquadre nos quesitos exigidos pela Fatec. Para isso, terão que preencher um formulário no site www.vestibularfatec.com.br.

A grande novidade deste ano é que a escolha dos candidatos para os cursos superiores de tecnologia se dará pela análise do histórico escolar, sem a necessidade de prova presencial ou online.

A mudança foi adotada para evitar a aglomeração de pessoas no vestibular, preservando a saúde e o bem-estar dos estudantes. Essa mudança no critério de seleção também atende às recomendações das autoridades de saúde do Estado, no sentido de evitar aglomerações.

Por último, a direção da Fatec pede que os vestibulandos leiam atentamente o manual do candidato antes de fazer a inscrição. Os cursos e vagas oferecidos pela a Fatec de Mogi Mirim, totalmente gratuitos, são Análise e Desenvolvimento de Sistemas (40 vagas de manhã e 40 no período noturno), Fabricação Mecânica (40 vagas de manhã) e Mecatrônica Industrial (40 vagas à tarde).

Há ainda o curso de Projetos Mecânicos, que oferece 40 vagas no período noturno. A Fatec fica à rua Ariovaldo Silveira Franco, 567, Jardim 31 de Março, defronte ao Tiro de Guerra. Os telefones são (19) 3806-2181 ou 3806-3139.



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Covid-19: Bradesco fecha agência para higienização

A agência 0402 do banco Bradesco, localizada na Praça Rui Barbosa, fechou as portas com corrente e cadeado nesta quarta-feira, dia 1º. Nem mesmo o acesso aos caixas eletrônicos era possível. Um aviso colado na entrada explica que o local passará por um processo de desinfecção, como forma de combate à Covid-19.

“Esta agência está temporariamente fechada pára higienização e cumprimento de medidas de prevenção e combate ao novo coronavírus. Essa medida foi tomada para preservar você e nosso colaboradores. Pedimos desculpas por eventuais transtornos”, comunica o aviso na porta da agência. Segundo informações extraoficiais, funcionários do banco foram diagnosticados com a Covid-19.

No mesmo aviso, o Bradesco recomenda aos clientes a buscarem alternativas, como os aplicativos do banco nos canais digitais disponibilizados em celulares e outros dispositivos com acesso à internet. Também é indicado o endereço das agências de Mogi Guaçu e da segunda agência de Mogi Mirim, na Rua Padre Roque.

De acordo com o boletim divulgado ontem, dia 30, pela Secretaria Municipal de Saúde, Mogi Mirim registra 221 casos confirmados de Covid-19, dos quais 169 estão recuperados e 11 estão internados. Outros 35 estão em isolamento domiciliar. A doença já matou seis pessoas no município.

Agência da Praça Rui Barbosa foi fechada nesta quarta-feira, dia 1º (Foto: Flávio Magalhães/A COMARCA)

GCM e PM dispersam aglomerações durante o final de semana

Guardas civis municipais (GCMs) e policiais militares (PMs) atuaram para dispersar aglomerações durante o final de semana em Mogi Mirim. A reunião de pessoas é uma das principais formas de disseminação do novo coronavírus, doença que já matou seis pacientes no município.

Na noite de domingo, dia 28, diversos moradores da Vila Dias, na zona Leste da cidade, denunciaram uma aglomeração próxima a um beer (depósito de bebidas), num evento também conhecido como "rolezinho".

Por volta das 21h, em diligência pela região, quatro viaturas da PM e três da GCM foram para o local indicado. Ao chegarem na Rua Arthur Juliani, a força policial conjunta flagrou cerca de 80 pessoas que estavam bebendo na rua e ouvindo música com o volume alto.

Segundo os policiais, as bebidas alcoólicas eram comercializadas, de maneira ilegal, por um beer situado na mesma rua. Ainda de acordo com testemunhas, o “rolezinho” estava acontecendo desde a tarde e a grande maioria dos jovens presentes não fazia uso de máscaras ou álcool gel, desrespeitando as recomendações das autoridades de Saúde e dos decretos municipal e estadual sobre prevenção à Covid-19.

A Polícia Militar e a GCM também multaram alguns veículos e, só então, dispersaram a multidão. Antes, porém, as pessoas foram orientadas sobre a proibição desse tipo de evento e não houve qualquer resistência. Todos deixaram o local de forma colaborativa.

BAILE FUNK
No sábado, dia 27, a suposta gravação de um clipe de funk levou a GCM a dispersar um grupo de jovens que se aglomeravam em um condomínio no distrito de Martim Francisco. Apesar do frio, eles se reuniram na entrada do local, situado às margens da Avenida Luis Pilla. 

Por volta das 14h, a GCM já havia recebido várias ligações denunciando que, em um condomínio, jovens estavam se reunindo para iniciar um baile funk. Segundo comentários de alguns participantes, não se tratava de um baile funk, mas, sim, da gravação de um clipe com um MC da cidade.  

Contudo, as informações que circulavam pelas redes sociais falavam em “baile funk”. De qualquer maneira, o barulho e a aglomeração chegaram a incomodar os moradores do distrito, que não tiveram outra alternativa a não ser apelar para a GCM. Quatro viaturas da corporação, incluindo as Rondas Ostensivas Municipais (Romu) e Patrulha Ambiental, foram até o local. 

Um cerco foi armado pelos GCMs, que conseguiram flagrar vários motoristas em situação irregular, inclusive motociclistas se arriscando em manobras perigosas. Foram aplicadas algumas multas, mas nada de ilícito foi encontrado. 

O responsável pelo evento desapareceu e nenhum outro representante foi encontrado. Às 16h30, não havia mais nada no local e todos os participantes já haviam sido dispersados. Vale lembrar que eventos culturais, esportivos ou sociais estão proibidos temporariamente para tentar evitar o avanço da pandemia do Município. 

Quem insistir em desrespeitar essa determinação do Poder Público, poderá ser multado e até detido. Apesar do aumento significativo de casos de Covid-19 em Mogi Mirim, algumas pessoas ainda insistem em desafiar as recomendações das autoridades de Saúde com a realização de eventos nos quais acontecem aglomerações de pessoas.

PM e GCM foram chamadas por moradores para dispersar aglomerações de pessoas durante o final de semana (Foto: Divulgação)

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Mogi Mirim assina contrato para construção de até 100 moradias populares

Na quinta-feira, 25, em São Paulo, o secretário municipal de Planejamento Urbano, Eduardo Schmidt, e o secretário estadual de Habitação, Flávio Amary, acompanhado por diretores da Companhia de Desenvolvimento Habitacional Urbano (CDHU) assinaram um contrato que garantirá a implementação de moradias populares através do programa Nossa Casa às famílias que mais precisam.

A expectativa é que 100 unidades sejam construídas na cidade. Sob coordenação da Secretaria de Planejamento Urbano, as equipes técnicas iniciaram estudos e análises topográficas para a escolha do local em que serão realizadas as obras. O objetivo é reduzir o déficit habitacional por meio do atendimento às famílias com renda de até três salários mínimos e para aquelas que recebem auxílio-moradia.

O programa vai oferecer habitações a preços sociais, o que significa que serão valores abaixo do mercado imobiliário, além de dar subsídios que podem chegar a R$ 40 mil para famílias com renda de até três salários mínimos. Já as famílias com renda entre três e cinco salários também poderão adquirir seus imóveis com subsídios no valor de R$10 mil.

De acordo com o programa habitacional, os municípios entrarão na parceria disponibilizando os terrenos, as incorporadoras com a construção dos conjuntos e os governos estadual e federal disponibilizarão os subsídios.

Contrato foi assinado na quinta-feira, dia 25, na capital paulista, com representantes da CDHU (Foto: Divulgação)

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Atacadão deve funcionar até o Natal e gerar 700 empregos

A unidade de Mogi Mirim da rede Atacadão deve funcionar até o final do ano. A previsão foi confirmada pelo prefeito Carlos Nelson Bueno (PSDB) em entrevista ao jornalista Geraldo Bertanha, no programa Aqui Mogi. O supermercado atacado-varejista, pertencente ao grupo Carrefour, será construída às margens da SP-340, ao lado da Havan.

"Em um momento como esse, de crise, é uma bênção. E isso se deve ao padrão de cidade que Mogi Mirim está se constituindo", declarou o prefeito. De acordo com o projeto do empreendimento, a obra deverá contemplar 14,2 mil metros quadrados de área construída, incluindo loja, depósito e estacionamento coberto. A expectativa é de que a vinda do Atacadão deva gerar 500 empregos diretos e 280 indiretos, totalizando quase 800 vagas.

A aprovação para o início das obras deve ser concedida nos próximos dez dias, segundo apurou a reportagem de A COMARCA. Assim, a construção já deve ter início no mês de julho. Nesta quinta-feira, 25, representantes da rede estiveram na cidade e deram entrada nos trâmites finais do projeto na Secretaria Municipal de Planejamento.

O Atacadão está presente em todos os estados brasileiros. Atualmente, conta com 191 unidades de autosserviço e 28 atacados de entrega, que garantem o abastecimento de comerciantes, transformadores e consumidores finais. Disponibiliza aos clientes uma variada gama de produtos, que totalizam aproximadamente dez mil itens, distribuídos em alimentos em geral, frios e laticínios, hortifruti, bebidas, conservas e enlatados, doces e biscoitos, higiene pessoal, limpeza, bazar, produtos da linha pet, automotivo, entre outros.

O Atacadão conta com 191 unidades de autosserviço em todo o Brasil (Foto: Divulgação)

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Campeonato Amador pode não ocorrer devido à Covid-19

O chefe de gabinete da Prefeitura de Mogi Mirim, Guto Urbini, revelou não acreditar na realização do Campeonato Amador em 2020 em virtude da pandemia de Covid-19. A afirmação foi feita durante entrevista para o jornalista e vereador Geraldo Bertanha, o Gebê, em programa na rádio Transertaneja e transmitido ao vivo, por vídeo, pelo Facebook, na semana passada. “Eu não acredito, mas estamos trabalhando para que isso seja possível. Temos que ter esperança, é algo importante pra cidade, tem tradição, mas o próprio Campeonato Brasileiro, Paulista, tem muita incerteza”, respondeu, ao ser questionado por Gebê se a competição seria realizada em 2020.

Logo em seguida, Gebê se manifestou contrário à realização do Amador neste ano. A competição é promovida pela Liga de Futebol Amador de Mogi Mirim (Lifamm), com repasses de verba da Prefeitura para custeio de taxas de arbitragem. Para realizar o certame neste ano, a Liga espera a autorização da Prefeitura, com a liberação da retomada do esporte no munícipio e, hoje, mantém suas competições suspensas, sem previsão de data. “Se um campeonato profissional poderia ter voltado, eles têm todo aparato, tecnologia, pra testar jogador todo dia se for preciso, tem dinheiro, vai praticar um esporte bem fechado, tem recurso pra fazer isso... não voltaram e não sabe quando vai voltar. Como que a Prefeitura... Se liberar, sabe que sou crítico nisso, não dá pra liberar, Campeonato Amador que movimenta uma boa parte da população. O cidadão trabalha semana inteira, chega no domingo, não vai ter nada pra preservar a vida dessas pessoas”, discursou Gebê.

A fala de Gebê teve o apoio de Guto. “Infelizmente não dá”, concordou o chefe de gabinete. “Não tem um controle, é diferente, por exemplo, você fecha o estádio, não tem torcida, mas aqui é aberto, espaço público. Tem campos que nem tem esse portão fechado”, colocou Guto.

Em Mogi Mirim há apenas dois campos municipais, o Estádio Distrital Ângelo Rottoli, o Tucurão, e o Maria Paula, na Vila Dias, onde é possível realizar os jogos sem torcida, com portões fechados, pois em outros, a arquibancada fica na área externa, com acesso pela rua.

Gebê ainda disse não se convencer nem mesmo se os jogos pudessem ocorrer com portões fechados. “Não adianta falar pra mim que vai fazer Campeonato Amador com portão fechado, a preocupação é com quem vai jogar mesmo. As pessoas envolvidas, o cidadão vai lá, leva pra casa”, alertou.
Guto lembrou que no Plano São Paulo, que conta com fases de flexibilização para avanços de liberação de funcionamento de diversos setores, a modalidade esportiva com público nem está presente. “Nem na cor azul, verde, nada, não criaram uma cor pra eles ainda”, observou.

Secretário demonstra mais pessimismo


Procurado pela reportagem de A COMARCA para abordar a expectativa em relação à possibilidade de realização do Campeonato Amador em 2020, o secretário da Secretaria de Juventude, Esportes e Lazer (Sejel) da Prefeitura, Osvaldo Dovigo, demonstrou maior pessimismo em relação à entrevista dada em maio ao jornal. Na ocasião, quando já revelava a dificuldade em fazer previsões e de retomada do futebol na cidade, Osvaldo dizia ser necessário esperar junho e julho para avaliar a evolução da pandemia e que não se poderia pensar em Amador antes de agosto. Nesta semana, Osvaldo esticou o prazo para se pensar na possibilidade de iniciar o certame. “Os casos estão aumentando, a gente não sabe até onde vai, é superdifícil falar se vai ter ou não. Acho que antes de outubro, a gente não vai pensar em nada. Estamos em junho acabando, julho tá subindo, índice vai ser ruim, vai começar a descer em agosto. Vamos ver se com a abertura do comércio, vão aumentar os casos, se vai diminuir. São mais dois meses de aprendizado pra nós, vamos ver”, pontuou               Dovigo.

Em relação às finais da Copa de Futebol Rural, Dovigo disse ainda não ter uma sinalização de quando chamará os clubes para conversar sobre quando, como e onde seriam disputadas as decisões. Porém, admitiu a possibilidade de fazer a final apenas em 2021, antes do novo Rural, ideia defendida por alguns clubes visando ter público e não precisar de as finais ocorrerem com portões fechados na zona urbana. “Vai que não tem nada esse ano, o ano que vem, quando começar em janeiro, tá liberado, você faz a final do anterior. Troféu e medalha, tudo comprado, guardado. Por que você vai matar dois jogos da final do Rural e dois jogos de semifinal e um da final do Salão”, afirmou, contando que também pode segurar a etapa final da Copa Futsal para 2021.

DESOBEDIÊNCIA
Dovigo observou que um dos fatores que retardam o retorno é justamente o desrespeito de quem desobedece à proibição de atividades esportivas, inclusive com jogos amistosos. No domingo, a Guarda Civil Municipal foi checar um alerta de um amistoso no Pombal e encerrou a partida. “Times estão jogando. Pessoal não respeita, não quer saber, por isso, estão aumentando os casos. Pessoal tem que saber, entender que temos que esperar baixar pra depois ir liberando, enquanto o pessoal insistir em ir espalhando o vírus, vai acabar atrasando cada vez mais, não tem como”, salientou.
Por outro lado, ao ser questionado se, assim como o chefe de gabinete da Prefeitura, Guto Urbini, não acredita em Amador em 2020, Dovigo ponderou: “Eu tô amarrado, eu sou Esporte, adoro Esporte, eu sou o cara mais ansioso, querendo que volte, mas a gente tem que ter consciência que o momento não é ideal”.

Ainda não há sinalização para que finais da Copa Rural sejam definidas pela Prefeitura (Foto: Nelson Victal do Prado Júnior)

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Polícia Civil esclarece homicídio de idoso e suspeito é preso

Menos de 24 horas após o assassinato de Luiz Antônio Macedo, de 76 anos, a Polícia Civil de Mogi Mirim prendeu, na manhã de quarta-feira, 24, o autor do crime, identificado como sendo o pintor Marcelo Galles da Silva, de 25 anos, que, inclusive, já havia trabalhado na casa da vítima.

Macedo foi morto a facadas na tarde de terça-feira, 23, próximo ao Túnel Mário Covas e da antiga estação de trem da Fepasa, hoje tomada por um matagal que separa o Mirante do bairro Mogi Mirim II, na zona Leste da cidade. Marcelo foi capturado no Jardim Brasília, caminhando próximo à casa da vítima.

Os trabalhos para tentar identificar o autor do homicídio começaram ainda na noite de terça por policiais do Setor de Investigações Gerais (SIG) da Polícia Civil local. Os investigadores trabalharam durante toda a madrugada de quarta, até chegar a Marcelo. Levado à Delegacia Central, ele deu detalhes do homicídio.

Ele confessou que estava armado com uma faca e que teria avistado Macedo caminhando na região, como fazia com certa frequência. Marcelo, então, resolveu roubar o celular da vítima e a abordou num caminho situado no meio do matagal, um atalho usado costumeiramente por Macedo para chegar à zona Leste.

Quando foi surpreendido pelo criminoso, o idoso tentou reagir e acabou atingido por um golpe de faca. Seria o primeiro de muitos, embora Marcelo tenha dito aos investigadores do SIG que não se recorda do que ocorreu.

De acordo com análises preliminares do Instituto de Criminalística (IC), foram 26 lesões causadas por objeto cortante, sendo cinco no peito, cinco no pescoço e 16 nas costas. Apesar da brutalidade do crime, o rapaz também afirmou aos policiais que não era sua intenção matar o idoso.

Ele alegou que no momento do homicídio, estava sob o efeito de drogas e que não reconheceu o idoso. Marcelo já foi preso por tráfico de drogas e fazia bicos como pintor. O celular da vítima não foi achado e a Polícia trata o caso como latrocínio.



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