Trânsito provoca 44 mortes em um ano

O município de Mogi Mirim registrou 44 mortes no trânsito, segundo dados do Sistema de Informações sobre Mortalidade (SIM) do Ministério da Saúde. As estatísticas são referentes ao ano de 2013 e evidenciam um aumento de 16% em comparação ao ano anterior, quando houve 38 vítimas fatais.

(Foto: Arquivo/A COMARCA)
Os dados apontam ainda que, do total de mortes, 24 foram por residência, isto é, vitimaram pessoas que moravam em Mogi Mirim. Os outros 20 óbitos foram em ocorrência, ou seja, aconteceram no município. Em 2012, foram 16 mortes por residência e 22 por ocorrência.

As estatísticas contabilizadas incluem acidentes envolvendo pedestres, ciclistas, motociclista, motoristas e ocupantes de automóveis, ônibus e demais veículos. Em 2013, um dos casos que ganhou maior repercussão foi a morte de Rafael Campagnoli Duzzi, de 38 anos, ao colidir sua motocicleta com um trator na Avenida Luiz Gonzaga de Amoêdo Campos.

O município de Mogi Mirim também aparece em 5º lugar na regional de trânsito de Campinas, com o maior número de óbitos por acidentes de transportes terrestres, conforme dados do Observatório Paulista de Trânsito (OPT) de 2012.

CONSCIENTIZAÇÃO
O Departamento Estadual de Trânsito de São Paulo (Detran.SP) e a Prefeitura de Mogi Mirim firmaram um convênio para a realização de um programa de educação viária em 16 escolas municipais. O programa será realizado gratuitamente, junto aos professores e alunos.

De acordo com a Secretaria Municipal de Educação, a iniciativa visa incentivar educadores e alunos a adotarem um comportamento mais seguro no trânsito e a apresentarem propostas de melhorias para o deslocamento de pedestres, condutores e passageiros.

O programa, que tem duração de três anos, capacitará por ano 72 professores dos ciclos 1 e 2 do ensino fundamental (1º ao 9º ano), para que os educadores elaborem junto a seus alunos projetos escolares sobre o tema. Os trabalhos serão inscritos em uma premiação nacional.

Em 2016, a pauta será "Circulando pelo Bairro", com enfoque na pluralidade cultural que pode ser observada no entorno de cada escola. Os materiais de apoio serão cedidos pela Fundacão Mapfre. Não haverá, portanto, custos para a administração municipal e para o Detran.SP.

Por Flávio Magalhães

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