Descartada morte por H1N1 na cidade

Uma morte por suspeita de gripe suína (H1N1) foi registrada nessa semana em Mogi Mirim. O corpo da mulher de 32 anos foi encaminhado ao Serviço de Verificação de Óbitos, onde foi constatado o óbito por infecção das vias urinárias.

As amostras coletadas foram encaminhadas ao Instituto Adolfo Lutz e aguardam resultados definitivos. Há ainda uma suspeita residente de Mogi Guaçu, que foi atendida pela rede de Saúde de Mogi Mirim. A Santa Casa também descartou a gripe suína como causa da morte.

O município ainda não confirmou nenhuma morte por H1N1 neste ano. A gripe suína consiste em uma doença causada por uma nova mutação do vírus da gripe. Os sintomas são bem parecidos com os da gripe comum e a transmissão também ocorre da mesma forma.

O agravante da gripe suína é que ela pode levar a complicações de saúde muito graves, podendo levar os pacientes até mesmo à morte. As primeiras formas do vírus H1N1 foram descobertas em porcos, mas as mutações tornaram uma ameaça também aos seres humanos.

A transmissão ocorre da mesma forma que a gripe comum, por meio de secreções respiratórias, como gotículas de saliva, tosse ou espirro, principalmente. Após ser infectada pelo vírus, uma pessoa pode demorar de um a quatro dias para começar a apresentar os sintomas da doença.

Da mesma forma, pode demorar de um a sete dias para ser capaz de transmiti-lo a outras pessoas. Assim como a gripe comum e outras formas da doença, a gripe suína também é altamente contagiosa.

Por Flávio Magalhães



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