Quem quer ser prefeito de Mogi?

As mudanças na legislação eleitoral atrasaram o cronograma de definições para as eleições municipais de outubro. Por esse motivo, uma grande interrogação permanece na cabeça do eleitor quando o assunto é em quem votar para prefeito. A janela de transferências, aberta até abril, ajuda a confundir ainda mais esse cenário. Apenas no próximo mês as alianças e candidaturas ficarão mais claras.

A COMARCA conversou com representantes de diversos partidos políticos do município para traçar um panorama momentâneo das articulações políticas. Como já noticiado em edições anteriores, Maria Helena Scudeler de Barros (PSB), Carlos Nelson Bueno (PSDB), Cinoê Duzo (PSD), Ricardo Brandão (PMDB), Ernani Gragnanello (PT), Osvaldo Quaglio (PSDB) e Elias Rezek Ajub (PR) já colocaram seus nomes a disposição para o pleito.


No entanto, em outras legendas, as articulações também seguem a todo o vapor. O PTB, por exemplo, teve o aval do deputado Campos Machado para investir na candidatura da ex-vereadora e ex-secretária de Saúde Daniela Dalben. Já o grupo político do jornalista Mauro Adorno, que resgatou o PRP em Mogi Mirim, mantém as pré-candidaturas do médico Oscar Faria Júnior e do coronel da Polícia Militar Vanderlei Oliveira ao Executivo.

Enquanto nomes se confirmam, outros ainda aguardam aprovação. É o caso da ginecologista Lúcia Tenório, que tenta uma legenda no PV para disputar a Prefeitura. O presidente do partido, Gilberto Carvalho, confirmou essa informação em conversa com a reportagem de A COMARCA. “Mas é cedo ainda, não tem nada definido”, garantiu, destacando que os filiados se reunirão nas próximas semanas.

Indefinições pairam também no PPS de Gerson Rossi. O vice-prefeito estuda colocar seu nome na disputa eleitoral, mas por enquanto está focado em novas filiações para o partido. Situação semelhante ocorre no PP, de Jonas Filho. Uma ala do partido quer o secretário de Governo como pré-candidato ao Executivo. “Mas estou organizando o partido internamente primeiro”, ressaltou.

O PRB, de Jarbas Caroni, corre por fora com um nome ainda não revelado. Já o PSL, presidido por Roblez dos Santos, estuda lançar Aloisio Bueno, vice-presidente do partido. “A vontade do PSL é fazer carreira solo, mas estamos conversando com Carlos Nelson e Ernani”, adiantou Roblez para A COMARCA.


APOIOS

O único partido a se posicionar oficialmente até agora no sentido de alianças políticas foi o Democratas, de Antônio Ferreira Alves, engrossando o coro da campanha de Ricardo Brandão. Já o PSOL afirmou que não pretende fazer coligação, mas conversa com PT e PSB. “O ideal seria uma aliança entre esses dois partidos”, sugeriu o presidente do PSOL, Henrique Finoti.

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