Confirmado segundo caso de Chikungunya em Mogi Mirim

Foi confirmado nessa semana o segundo caso de Febre Chikungunya em Mogi Mirim. Trata-se de uma mulher de 65 anos, residente na zona Norte da cidade. No último sábado, 14, A COMARCA noticiou com exclusividade a confirmação do primeiro caso da doença no município.

O primeiro registro da doença, identificado pela Secretaria Municipal de Saúde há algumas semanas, é de uma mulher de 57 anos, moradora da zona Sul. Os dois casos foram importados, ou seja, não foram contraídos em Mogi Mirim. Ambas as mulheres viajaram para Pernambuco, estado em situação de emergência desde dezembro em razão das doenças transmitidas pelo mosquito Aedes Aegypti.

De acordo com o Boletim Epidemiológico da Prefeitura de Mogi Mirim, são ao todo nove casos de Febre Chikungunya notificados. Além dos dois confirmados e de um negativo, os outros seis aguardam resultados. O Ministério da Saúde definiu que devem ser consideradas como casos suspeitos todas as pessoas que apresentarem febre de início súbito maior de 38,5ºC e artralgia (dor articular) ou artrite intensa com início agudo e que tenham histórico recente de viagem às áreas nas quais o vírus circula de forma contínua.


Entre os principais sintomas estão febre acima de 39 graus, de início repentino, e dores intensas nas articulações de pés e mãos – dedos, tornozelos e pulsos. Pode ocorrer, também, dor de cabeça, dores nos músculos e manchas vermelhas na pele. Cerca de 30% dos casos não chegam a desenvolver sintomas.

Não existe vacina ou tratamento específico para Chikungunya. Os sintomas são tratados com medicação para a febre (paracetamol) e as dores articulares (antiinflamatórios). Não é recomendado usar o ácido acetil salicílico (AAS) devido ao risco de hemorragia. Recomenda‐se repouso absoluto ao paciente, que deve beber líquidos em abundância.

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