Escola da Zona Norte terá projeto de reforma e ampliação concluído

A comunidade escolar atendida na escola municipal “Maria Nilsen de Oliveira Leite”, no bairro do Tucura, aguarda ansiosamente o fim das obras de reforma e ampliação a que o referido prédio escolar foi submetido. A COMARCA apurou junto ao departamento de obras da prefeitura que a previsão de entrega da reforma ocorrerá dentro de aproximadamente 30 dias, ou seja, se tudo sair conforme o planejado, já na volta do recesso de meio de ano as 295 crianças matriculadas irão experimentar uma realidade bastante diferente daquela que conhecem.

O Secretário de Obras Wilson Rogério da Silva disse que foram muitos os fatores que contribuíram para que a tão necessária reforma saísse do papel. O principal deles diz respeito à inaptidão da empresa que venceu a licitação ainda durante a gestão do ex-prefeito Carlos Nelson Bueno. “A empresa desistiu da obra e quando o prefeito Gustavo Stupp assumiu determinou que fosse feito um novo estudo para examinar se o projeto de fato era adequado”, informou.


A partir daí, segundo o secretário, foi elaborado um novo projeto, “muito mais abrangente”  cuja finalidade foi a de adequar o espaço físico à necessidade da construção de quatro novas salas de aula e a reforma e ou ampliação de outras sete, num total de 15 delas, abrangendo ainda cozinha, diretoria, coordenação e secretaria. A área externa ganha cobertura e sanitários adequados para portadores de deficiência.

Ao ser informada da previsão de finalização das obras, a diretora Patrícia Bianchi Inácio, ficou muito feliz. Funcionária de carreira da Secretaria de Educação, Patrícia ocupa o cargo de diretora da Maria Nilsen há sete anos e admite que “criou raízes” na escola. Contou para A COMARCA que a finalização da obra além de mais segurança e conforto para os alunos ( a escola atende a cliente que vai do ensino infantil ao 5º ano do ensino fundamental)  trará ganho de qualidade no desempenho das funções dos professores e na execução do projeto pedagógico.

Ela conta que devido ao processo de reforma precisou ao longo destes anos usar de imaginação e contar com a boa vontade da própria comunidade escolar para poder lidar com uma situação de improvisos. “A gente procurou fazer tudo o que estava ao nosso alcance para que as reformas não interferissem negativamente no dia a dia da escola. Foi um período de muitas dificuldades, mas felizmente, superado, graças também à compreensão e a inestimável ajuda que sempre tivemos por parte da comunidade ligada à escola”, elogiou.

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