Oposição pode se unir para as eleições

As articulações políticas para as eleições de outubro podem reservar surpresas. Na última quarta-feira, 15, todos os partidos considerados de oposição ao prefeito Gustavo Stupp (PDT) se reuniram para discutir a ideia de uma candidatura de união, uma coalizão a fim de evitar a pulverização de candidaturas.

Os atores políticos envolvidos nessas articulações ainda preferem manter boa parte das discussões em segredo. A reportagem de A COMARCA, contudo, reuniu algumas informações sobre essa possível coalizão que pode se desenhar no horizonte do pleito eleitoral de outubro.

A iniciativa de colocar todos na mesma mesa foi do PEN, que em Mogi Mirim é comandado por Francisco Minervino Júnior e Odinovaldo Aparecido Bueno. Na reunião, para surpresa de muitos, os pré-candidatos Cinoê Duzo (PSB), Ernani Gragnanello (PT) e Maria Helena Scudeler de Barros (PSB) afirmaram que abrem mão de disputar a Prefeitura em prol dessa união.

Ficou acertado que na próxima semana, entre terça e quarta-feira, dias 21 e 22, uma nova reunião com as lideranças de cada partido de oposição definirá se essa coalizão existirá ou não. Na ocasião, cada legenda indicará um ou dois nomes para a disputa do Paço Municipal. O único que não tem nome é o próprio PEN, que assumiu um papel de mediação.

O PMDB de Ricardo Brandão está virtualmente fora desse grupo. O partido não participou da reunião de quarta, embora sustente que, na verdade, sequer teria sido convidado. Essa coalizão marcaria oposição não somente ao grupo político de Gustavo Stupp, mas principalmente ao PSDB de Carlos Nelson Bueno.

Na teoria, a ideia é formar uma chapa e um grupo político comprometido com Mogi Mirim e que se apresente como uma alternativa e uma novidade em relação aos dois últimos prefeitos da cidade.



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