Mais uma vez, Prefeitura nega fechamento do aeroporto

A Prefeitura afastou novamente a possibilidade de fechamento do aeroporto municipal “Virgolino de Oliveira”. A real hipótese de interdição permanente do campo de pouso de Mogi Mirim surgiu em junho após um comunicado do Serviço de Informação Aeronáutica cobrar do município a elaboração de um Plano Básico de Zona de Proteção de Aeródromo (PBZPA).

Em resposta à reportagem do jornal A COMARCA nessa semana, a Prefeitura respondeu que “apesar da crise financeira que enfrenta, disponibilizou os recursos necessários para a execução do PBZPA e procedeu a contratação de pessoal especializado para este fim. O trabalho está sendo realizado e deverá ser finalizado antes de 15 de julho”.


Em nota, o Governo Municipal explicou ainda que “depois do serviço contratado, este profissional avisou que era necessário o recolhimento da taxa de cerca de R$ 4,8 mil para o Decea – Departamento de Controle do Espaço Aéreo. A administração municipal não estava avisada e não havia disponibilizado recurso para este fim. Mas está em tratativa com o Aeroclube para viabilizar este pagamento e manter o aeroporto aberto”.

Para garantir a segurança das pessoas nos arredores dos aeroportos, bem como dos passageiros, a legislação aérea brasileira prevê a elaboração do PBZPA. Esse plano estabelece que a área de um aeródromo é de exclusividade para voos, restringindo a construção de edifícios em alturas que possam colocar em risco os seus ocupantes ou impactar a segurança de cada voo.

O prazo estabelecido para entrega do PBZPA do aeroporto de Mogi Mirim para o Departamento de Controle do Espaço Aéreo do Comando da Aeronáutica é entre 15 de julho e 12 de outubro.

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