Chuva deixa Rio Mogi Guaçu em Atenção

A Defesa Civil de Mogi Guaçu decretou Estado de Atenção nessa semana após as intensas chuvas da região e do Sul de Minas Gerais elevarem a vazão do rio que dá nome à cidade. No momento de maior volume, na última quinta-feira, 19, foram registrados 291 metros cúbicos por segundo.

A medição é feita nas comportas da Pequena Central Hidrelétrica (PCH), na Cachoeira de Cima, operadas pela empresa AES Tietê. Dependendo do grau de elevação da entrada de água na represa, pode ser necessário reduzir o volume acumulado na barragem como medida de segurança.

De quarta para quinta-feira, a vazão subiu de 209 para 236 e, finalmente, para 291 metros cúbicos por segundo. Ainda assim, a barragem continuou com 61% de ocupação, margem considerada segura. Embora decretado o Estado de Atenção, a situação é de normalidade, uma vez que os valores atuais estão longe do risco de cheias.


O presidente da comissão guaçuana de Defesa Civil, Salvador Franceli, secretário de Obras, acompanhou a evolução por meio de contatos pessoais e através da coordenação local da Defesa Civil. Ele afirmou ontem, 20, que a vazão do Rio Mogi Guaçu baixou para 256 metros cúbicos por segundo e que a tendência é de baixa.

Em janeiro do ano passado, quando as chuvas também foram intensas, áreas da zona urbana de Mogi Guaçu sofreram alagamento quando a vazão chegou a 537 metros cúbicos por segundo, exigindo que a AES liberasse as comportas para diminuir a pressão sobre o reservatório.

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