Comissão dará palavra final sobre ‘Palácio de Cristal’

O “Palácio de Cristal”, prédio onde se localizam os gabinetes dos vereadores de Mogi Mirim, está com os dias contados. É o que garante Cristiano Gaioto (PP), autor de uma comissão especial para analisar o contrato e dar um parecer sobre o caso.

“Não tenho dúvidas de que vamos sair daquele prédio”, disse Gaioto sobre o malfadado imóvel espelhado da Praça São José, que custa atualmente R$ 27 mil por mês aos cofres públicos. “Em 15 dias a gente chega a um veredito”, prometeu o vereador.

Para isso, a comissão aprovada pela Câmara convocou um vereador de cada partido: André Mazon (PTB), Geraldo Bertanha (SD), Gerson Rossi (PPS), Alexandre Cintra (PSDB), Robertinho Tavares (PEN), Magalhães da Potencial (PSD), Samuel Cavalcante (PR), Tiago Costa (PMDB) e Maria Helena (PSB).

Esse grupo é quem vai dar a palavra final sobre como ocorrerá a rescisão do contrato com Felipe Augusto Higino, proprietário do imóvel, representado pelo empresário Nilson Higino. Há uma multa estabelecida em contrato de R$ 600 mil. Duas opções são estudadas, o distrato amigável ou uma contestação na Justiça.

Vereador Cristiano Gaioto (PP)

OUTRA
Paralelamente, o vereador Luiz Roberto “Chupeta” criou uma comissão para avaliar a reforma do prédio da Câmara Municipal, onde são realizadas as sessões atualmente. O grupo deve avaliar como fica a situação dos gabinetes parlamentares após a rompimento com o “Palácio de Cristal”.

A comissão especial é composta por André Mazon (PTB), Geraldo Bertanha (SD), Mané Palomino (PPS), Sônia Rodrigues (PP), Robertinho Tavares (PEN), Magalhães da Potencial (PSD), Samuel Cavalcante (PR), Moacir Genuário (PMDB) e Maria Helena (PSB).

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