Termina a paralisação dos coletores de lixo

Acabou a paralisação temporária da coleta de lixo. Os trabalhadores da Construrban e da Cidade Brasil, que haviam cruzado os braços nesta segunda-feira, 12, devem retomar seus postos de trabalho assim que receberem os salários devidos.

Em reunião realizada na tarde desta segunda-feira entre o prefeito Carlos Nelson Bueno (PSDB) e os secretários municipais, ficou definido que na terça-feira, 13, será realizado o pagamento referente ao mês de abril, de cerca de R$ 447 mil. No entanto, segundo a Prefeitura, a iniciativa segue os trâmites normais, ou seja, o repasse dos valores não está em atraso. Desde janeiro a Administração Municipal alega que tem feito o pagamento dentro do prazo.

Segundo o contrato firmado com a prestadora de serviço, a Prefeitura deve realizar as quitações dos valores mensais somente após a entrega, pela Construrban, das medições do lixo. A medição consiste numa espécie de demonstrativo em que a empresa comprova a quantidade real de lixo coletado. Ou seja, a cada mês o valor pode variar, já que não são parcelas fixas, mas determinadas pela quantidade de lixo recolhido.

A empresa Construrban, segundo a Prefeitura, só repassou a medição referente ao mês de maio na última semana.

De acordo com informações fornecidas pela Prefeitura, não há débitos com a Cidade Brasil (varrição de ruas, recolhimentos de galhos e entulhos) nem com a Construrban (coleta de lixo residencial). A paralisação aconteceu devido ao não pagamento dos salários por parte das empresas aos seus funcionários.


DÉBITO
A gestão do ex-prefeito Gustavo Stupp (PDT) deixou uma dívida de mais de R$ 600 mil com a Construrban, que agora negocia o valor com o governo Carlos Nelson. A Prefeitura reitera que todas as empresas que possuíam valores a receber, referente aos anos anteriores, passaram por uma auditoria nos contratos. Foi apresentada para as empresas a quitação em parcelamentos de acordo com as condições financeiras do município. Nesse rol também está incluída a Construrban.  As negociações prosseguem, pois a empresa ainda não respondeu sobre os parcelamentos propostos pela Prefeitura. Ao mesmo tempo, ela também deverá comprovar a medição do serviço realizado na época. 

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