Com 50% dos lotes vendidos, Residencial Boa Vista inicia a segunda fase de vendas

Visite o estande do Residencial Boa Vista, à esquina das ruas Dr. Ulhôa Cintra e Padre José, e conheça todas as vantagens desse grande negócio

Oportunidade única para quem quer morar bem, com conforto e na região com o melhor desenvolvimento de Mogi Mirim. O Residencial Boa Vista oferece oportunidade única para quem está em busca do melhor negócio. Situado em região próspera, com inúmeras alternativas de acesso e com um baixíssimo custo x benefício, o empreendimento inicia sua segunda fase de vendas com 50% dos lotes já comercializados.

Alguns motivos colaboram para o crescente interesse do Residencial Boa Vista, que possui um estande de vendas com localização privilegiada, no centro de Mogi Mirim, na esquina das ruas Dr. Ulhôa Cintra e Padre José. Nesse estande, o interessado será bem recebido por um café para conhecer as vantagens ao optar pela compra – à vista ou financiada – de lotes a partir de 160 metros quadrados.
O Residencial Boa Vista é um loteamento aberto que oferece facilidade no preço. A entrada de 10% sai por apenas R$ 6 mil, em seis vezes iguais de R$ 1 mil, e com parcelas a partir de R$ 494 mensais. Facilidade como esta você não encontra em nenhum empreendimento habitacional na região, o que certamente justifica o sucesso de vendas em apenas 30 dias.

Por isso, é bom se apressar se quiser aderir a este facilitado plano de compra de um terreno. O Residencial Boa Vista está localizado na zona Leste, na área urbana da cidade, com acesso principal pela rodovia interna entre Mogi Mirim e Itapira. Já imaginou na praticidade para chegar ao centro da cidade ou até mesmo seguir para Mogi Guaçu utilizando os dispositivos viários disponíveis na zona Leste?

A zona Leste de Mogi Mirim é a região que mais tem crescido. Não é à toa que empreendimentos começam a surgir naquela região, que não só oferece opções em termos de habitações, como também tem se viabilizado pelo sucesso de projetos comerciais e industriais. São tantos atrativos que a valorização tem sido progressiva nas últimas décadas.

O Residencial Boa Vista apresenta uma vantagem que não é oferecida por nenhum empreendimento em nossa região. O comprador do lote economiza aproximadamente R$ 5 mil, já que o ITBI e o registro do lote ficam por conta da loteadora. É uma vantagem que nenhum outro loteamento é capaz de oferecer, o que só dá mais segurança para quem busca uma boa alternativa de investimento.
É por isso que quem busca local tranquilo, confortável, seguro e diferente de tudo o que já foi lançado nos loteamentos em Mogi Mirim, deve se apressar e visitar o estande de venda montado no centro da cidade, na esquina das ruas Dr. Ulhôa Cintra e Padre José, em um ambiente que é possível conhecer detalhes sobre o Residencial Boa Vista e sair com a certeza de que poderá efetuar um ótimo negócio.

O Residencial Boa Vista ousa até no slogan: “Do tamanho do seu sonho. Na medida do seu bolso”. E não é por menos. Para quem sonha com um local tranquilo para moradia ou para quem busca oportunidade única de investimento, o Residencial Boa Vista é a bola da vez do mercado imobiliário mogimiriano. Visite o estande do Residencial Boa Vista e tenha a certeza que o lote dos seus sonhos está muito mais fácil do que você imagina!

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Prefeitura avança no processo de regularização do Laranjeiras

 
A Prefeitura de Mogi Mirim dará início a mais uma etapa do processo de regularização do Parque das Laranjeiras (zona Leste), com a revisão da área de preservação permanente que foi delimitada pela Cetesb (Companhia Ambiental do Estado de São Paulo). O objetivo é reduzir ao máximo a remoção de famílias de zonas que não permitem edificações.

Autorizado no final de década de 1970, o Laranjeiras foi por muitos anos um loteamento irregular, com sérios problemas sociais e de carência de infraestrutura. Lentamente o bairro começou a ser regularizado. Primeiro, na década de 1990, com a regularização de algumas ruas, mas com mais contundência em 2009, quando, durante o segundo mandato do governo Carlos Nelson Bueno, a Prefeitura inseriu o Laranjeiras no programa Cidade Legal, do governo do Estado.

Pela primeira vez surgiu a possibilidade do Laranjeiras ser regularizado definitivamente, acabando com a clandestinidade de inúmeros lotes que foram negociados ao longo destas quatro décadas de existência. De início, o maior desafio foi dar início ao processo de regularização dos lotes.

Sem todas as certidões e autorizações, o poder público ficou impedido de beneficiar as famílias com infraestrutura básica, como água, esgoto e energia elétrica, afinal, todo o loteamento foi construído por uma empresa em uma área particular. Aos poucos, o processo foi avançando. E a etapa final para tornar todo o loteamento legal já foi iniciada.

O primeiro passo concluído pela Prefeitura foi a regularização junto à Cetesb. Sem este aval, o Município não poderia oferecer nenhuma infraestrutura ao bairro. A Cetesb já delimitou as áreas de preservação, onde ocorre o impedimento de qualquer tipo de intromissão por parte do homem. Por isso, não é permitida a ocupação destas áreas. E é neste caso que a Prefeitura tenta buscar uma solução.

É que existem muitas famílias habitando estas áreas de preservação. O governo Carlos Nelson promoveu uma reunião nesta semana para discutir internamente um plano para a conclusão do processo de regularização. Nada de infraestrutura será executada até que haja uma revisão completa por parte da Cetesb das áreas delimitadas como de preservação. A Prefeitura tenta evitar que haja a remoção de um grande número de famílias que residem nestas zonas.

Inclusive, a secretária municipal de Planejamento, Paula Zeferino, já solicitou reunião com técnicos da Cetesb que produza um novo estudo sobre a situação do Parque das Laranjeiras. Segundo a assessoria de comunicação do Município, o objetivo é concluir este estudo rapidamente para preparar um planejamento que possibilite o avanço da infraestrutura por todo o bairro.

Há cerca de dois anos, a Prefeitura chegou a formular um TAC (Termo de Ajustamento de Conduta) para transferir famílias que estivessem em áreas de preservação do Laranjeiras para outros núcleos habitacionais. Este processo nunca chegou a ser firmado porque a Prefeitura não garantiu a troca do terreno em situação irregular por um novo imóvel. A expectativa é que essas famílias em áreas de risco ou de preservação sejam realocadas em outras quadras no Laranjeiras.


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