Presidente espera entregar reforma da Câmara até fim do ano

Por Flávio Magalhães

Estão avançando os trâmites para que a Câmara Municipal inicie as obras de reforma do antigo prédio e Gabinete do prefeito. É o que garantiu o presidente do Legislativo local, Jorge Setoguchi (PSD), que tem a expectativa de que os vereadores e assessores possam se mudar para o novo prédio já no final do ano.

A pressão maior se dá pelo fato da Câmara Municipal pagar atualmente mais de R$ 20 mil de aluguel para ocupar o Palácio de Cristal, imóvel espelhado ao lado da Praça São José, enquanto o antigo Gabinete do prefeito Carlos Nelson Bueno (PSDB), na Rua Dr. José Alves, permanece vazio e sem nenhuma utilização.

Na última sessão legislativa antes do recesso, Cinoê Duzo (PSB) levantou a questão, lembrando a cobrança da população e a promessa feita pelos 17 parlamentares de que desocupariam o prédio atual o mais rapidamente possível. Nem Cinoê, nem sua colega Maria Helena Scudeler de Barros (PSB), por exemplo, despacham de dentro do imóvel.

Na mesma sessão, o presidente Jorge Setoguchi trouxe a todos a informação de que o prjeto arquitetônico, feito pela Prefeitura de Mogi Mirim a custo zero para a Câmara, já havia sido concluído e que o próximo passo é o projeto elétrico. Como o Executivo não dispõem de um engenheiro do ramo, o Legislativo irá contratar um.

Na manhã de ontem, A COMARCA conversou com Setoguchi para obter mais detalhes sobre a questão. O presidente reiterou a necessidade do projeto elétrico, que prevê a distribuição da rede de internet e o cabeamento telefônico. “Depois disso, aí podemos licitar a empresa para fazer a reforma”, explicou.

O projeto feito pela Secretaria Municipal de Planejamento, a pedido da Câmara, prevê que a Presidência da Casa de Leis será alocada no antigo prédio do Poder Legislativo, o mesmo onde ocorrem as sessões. Lá também devem ser transferidos os setores administrativos, de informática e o jurídico.

Já os gabinetes dos vereadores seriam distribuídos no prédio que era ocupado pelo prefeito. Cada um terá a sua sala, como é no Palácio de Cristal, uma demanda dos próprios parlamentares. “Eles preferem um espaço com privacidade para atender aos munícipes”, justificou Setoguchi. “O objetivo de deixar o Palácio de Cristal continua, não vamos parar”, reforçou.



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