Zona Rural tem caso de raiva confirmado

Uma moradora da Chácaras Sol Nascente encaminhou um morcego para exame à Vigilância Epidemiológica, após o animal ter sido capturado por um de seus cães. O resultado, divulgado recentemente, deu positivo para a raiva. O cachorro ficará sob observação durante 180 dias, uma vez que estava vacinado contra a doença.

Imediatamente após essa confirmação, a Prefeitura informou houve intensificação das informações junto aos moradores da localidade e aplicação da vacina nos animais domésticos. Durante o final de semana passado, a equipe voltou à região da Chácaras Sol Nascente para visitas casa a casa, a fim de garantir a imunização completa. Desde 2012 não havia confirmação da raiva animal no município.

A atitude da moradora encaminhar o morcego para exame, segundo a Secretaria Municipal de Saúde, se deu porque a Vigilância Epidemiológica tem frequentemente levado informações aos moradores da zona Rural sobre os cuidados que precisam ser tomados com relação aos morcegos, que, contaminados, podem transmitir a raiva animal.

Desde o mês de maio, a Secretaria de Saúde tem intensificado as ações para identificação e combate aos casos de raiva animal. Assim que surgiram as confirmações dos primeiros casos nas cidades próximas, em especial em Itapira, foi feito o bloqueio nos limites entre os municípios e a intensificação da vacinação nos animais – cães e gatos – na zona Rural, já que a responsabilidade sobre a vacinação nos rebanhos é da Defesa Agropecuária do Estado de São Paulo.


PREVENÇÃO
Segundo a coordenadora da Vigilância Epidemiológica, Joalice Penna, todas as medidas preventivas foram tomadas, além do bloqueio na região onde o caso positivo foi identificado. “Cabe ressaltar que a campanha de vacinação está programada para o dia 26 de agosto em toda a cidade. Mas estamos intensificando o trabalho na Chácaras Sol Nascente”, afirmou a enfermeira.

Joalice ainda lembrou que a vacinação em humanos só pode ser feita mediante avaliação criteriosa da Vigilância, após o mesmo ter tido contato com o animal contaminado. “As pessoas não devem manter contato com os animais que apresentarem sintomas da doença, assim como não o sacrificar ou enterrar os animais sem fazer o exame para verificar se está contaminado com o vírus”, alertou a coordenadora.

A orientação em casos de animais suspeitos é entrar em contato com a Vigilância em Saúde pelo telefone (19) 3805-8314 ou Defesa Agropecuária pelos números (19) 3862-3073 / 3806-2945.

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