Asfaltar o Laranjeiras é prioridade, diz prefeito

Flávio Magalhães

O prefeito Carlos Nelson Bueno (PSDB) declarou recentemente à imprensa que a prioridade de seu governo será asfaltar o Parque das Laranjeiras, bairro da zona Leste de Mogi Mirim que convive em sua maioria sem pavimentação há mais de três décadas.

Para isso, o chefe do Executivo conta com verbas dos governos estadual e federal de até R$ 21 milhões, que devem ser liberadas através de empréstimos pela Caixa Econômica Federal. Carlos Nelson, inclusive, deve se reunir com o ministro das Cidades, Bruno Araújo, na quarta-feira, 13, para tratar do aporte financeiro.

De acordo com o projeto elaborado pela Secretaria de Obras, Habitação Popular e Mobilidade Reduzida estão previstas a execução de pavimentação asfáltica com guias e sarjetas, calçadas com acessibilidade, drenagem, rede de abastecimento de água, coletor de esgoto e sinalização viária em quase 20 ruas que, somadas, possuem pouco mais de cinco quilômetros de extensão em uma área de aproximadamente 55 mil m².

A expectativa é que os serviços sejam iniciados durante o segundo semestre a partir da rua Helena Veloso Durães – antiga rua 16 – até a rua Francisco Ferretti – antiga rua 30. “As obras de infraestrutura no Parque das Laranjeiras têm por objetivo a regularização urbanística e fundiária do bairro, que há 40 anos sofre com as consequências de um loteamento irregular de solo”, descreveu a secretária de Obras, Renata Furigo.

A direção da Pasta já encaminhou para a CEF a documentação constando o projeto estrutural com imagens fotográficas das vias, localização dos quarteirões e a área de abrangência total do bairro, dentre outros comprovantes necessários. “É uma ação transparente, pois é nosso objetivo reportar à população o passo a passo para que os munícipes se mantenham informados e acompanhem todo o trabalho”, declarou Renata.

Ela também destacou a preocupação do prefeito Carlos Nelson Bueno com essas obras, já que se trata de prioridade do governo municipal. “Estamos correndo contra o tempo, para atendermos todas as exigências do Ministério. Não podemos perder essa oportunidade, pois não há necessidade maior na cidade, do ponto de vista de urbanização”, concluiu.



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