Demolição do antigo centro de Saúde começará no dia 9

Com aproximadamente 2 mil metros quadrados, a área localizada na avenida Santo Antônio, margeada pelo córrego de mesmo nome, agora pertence a Prefeitura. No local está construído o prédio que, até no início dos anos 90, foi o centro de Saúde da cidade. A doação é resultado de tratativas entre o Estado e o município.

Referente ao espaço, a Prefeitura já se preocupava com as condições precárias do prédio. Sem manutenção, o terreno se tornou atrativo para o descarte de materiais, levando preocupação às autoridades sanitárias e epidemiológicas quanto a existência de possíveis criadouros do Aedes aegypti. Outro fator evidenciado pelo abandono – como a retirada dos portões – faz com que moradores em situação de rua pernoitem no local.

Estas ocorrências fizeram com que as negociações fossem aceleradas pela Prefeitura junto ao Estado, a fim de passar a administrar o espaço público. O deputado Barros Munhoz (PSDB) intercedeu junto ao então governador Geraldo Alckmin (PSDB). O acordo prosperou e desde 8 de junho – data de assinatura da escritura de doação da área e do imóvel pelo prefeito Carlos Nelson Bueno (PSDB) – o espaço é patrimônio do município.

No entanto, diante da situação precária do prédio, após análises técnicas, o imóvel terá de ser demolido. Segundo o secretário de Governo, Danilo Zinetti, a demolição da área será iniciada no dia 9 de julho, feriado. “Após vários estudos sobre a possibilidade de utilizar o prédio chegou-se à conclusão de que a demolição é necessária. Estamos retirando o material que pode ser reutilizado, como telhas e batentes, mas não há condições de abrigar nada naquele local”, afirmou Zinetti.

O projeto para a área onde está o antigo prédio do centro de Saúde ainda não foi finalizado, mas o local deverá ganhar uma área verde, permitindo viabilizar uma espécie de extensão natural do Centro Cultural “Professor Lauro Monteiro de Carvalho e Silva”, localizado ao lado do terreno. Além da arborização, a infraestrutura a ser construída permitirá que diversas atividades culturais e recreativas também possam ser realizadas no local. “Temos uma proibição legal e nada pode ser construído ali por ser uma área de preservação permanente. Contudo, aquela região merece um local revitalizado, seguro e atrativo”, destacou o secretário.



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