Estádio Vail Chaves é interditado e MMEC libera atletas

A Central de Fiscalização da Prefeitura interditou todo o complexo do Estádio Vail Chaves na última terça-feira, 19, em decorrência da falta de alvará de funcionamento e o auto de vistoria do Corpo de Bombeiros, como o AVCB (Auto de Vistoria do Corpo de Bombeiros). A ausência desses documentos, essenciais para a realização de atividades no local, já tinha sido constatada pela fiscalização em vistoria ao alojamento do estádio na quinta-feira, 14, para avaliar as condições de segurança e prevenir riscos à vida.

Na oportunidade, os responsáveis pelas atividades no clube foram notificados sobre a ausência da documentação e tinham até a última segunda-feira, 18, para apresentá-la. Como isso não ocorreu, a Central de Fiscalização teve de autuar. E seguirá atenta a fim de coibir qualquer tentativa de utilizar as instalações no Vail Chaves. Por conta disso, atletas que estavam alojados no estádio foram dispensados até a correta condição.

O clube, por sua vez, está ciente dessa situação e corre contra o tempo para liberar o estádio. A J Winners, do empresário Jaime Marcelo Conceição, firmou uma parceria com o grupo gestor para prestar uma consultoria esportiva e dentre as suas atribuições está o processo de regularização do Vail Chaves.

“Esse processo para regularização do estádio não é uma coisa nova, já vem se arrastando há algum tempo, inclusive através das pessoas que eram responsáveis anteriormente pelo Mogi. Mas, hoje quero destacar que talvez esse nosso momento seja único nesses meses de brigas e conflitos, porque existe uma sintonia muito boa entre o grupo gestor e a Prefeitura”, ressaltou.

Segundo Jaime, a Prefeitura orientou o mecanismo que deveria ser adotado para a elaboração dos devidos laudos de liberação. Por conta disso, a AD Sports Agency, grupo gestor que assumiu o futebol do Mogi, buscou a ajuda da J Winners pelo know how da empresa dentro do futebol. “E nós buscamos engenheiros com conhecimento também da estrutura do estádio para que essa liberação pudesse ser feita o mais breve possível”, reforçou.

O empresário acrescentou que o processo de regularização é complexo, já que envolve vistoria, aquisição de novos equipamentos, reparo em instalações, dentre outras ações. Mas, destacou que da notificação da Prefeitura até a conclusão dos trabalhos, o processo tende a ser mais simples, porque as providências já vinham em andamento. “Acredito que nos próximos dias, o Mogi já vai ter condição de apresentar para o torcedor o estádio devidamente legalizado”, frisou.

Jaime enfatizou que em nenhum momento se questionou a ação de legalidade da Prefeitura. Tanto que se buscou desocupar o estádio, com a liberação dos atletas, para que os trabalhos pudessem ser feitos de uma maneira sem oferecer riscos a eles. Com a interdição, todas as atividades no clube foram suspensas. “O que existe é uma comunicação profissional e amistosa da Prefeitura, liberando o trabalho de elaboração de laudos”, apontou.



Nenhum comentário:

Leave a Reply

Scroll to top