Mogi Mirim tem primeiro caso de H1N1

A Secretaria de Saúde confirmou nesta semana em uma gestante o primeiro caso de H1N1 em 2019. Trata-se de uma mulher de 26 anos, moradora do Jardim Conquista, zona Leste da cidade, que no dia 29 de abril deu entrada no Hospital 22 de Outubro, com síndrome respiratória aguda.

Após envio de exame laboratorial para o Instituto Adolfo Lutz, em São Paulo, o caso foi atestado positivo. Ela permaneceu internada, recebeu a medicação adequada e já teve alta. De acordo com a Vigilância em Saúde, o quadro clínico da gestante é bom e ela está curada da doença.

Até o momento o município registra outras 17 notificações da H1N1, nove casos negativos e sete aguardando resultado de exame. A Vigilância em Saúde alerta que as gestantes, parte do grupo prioritário na Campanha Nacional de Vacinação, tem maior risco de óbito em caso de contágio do vírus.

Por isso, a importância de hábitos adequados de saúde, como evitar levar as mãos à boca ao espirrar e tossir, utilizar lenços descartáveis, lavar bem as mãos, deixar o ambiente ventilado e evitar contato com pessoa doente, descartando abraços, beijos e apertos de mão. As dicas são estendidas para o restante da população.

VACINAS
Embora os governos federal e estadual tenham anunciado a extensão da vacina contra a H1N1 para toda a população, a Secretaria de Saúde informa que em Mogi Mirim as doses já estão esgotadas em todas as Unidades Básicas de Saúde (UBSs).

Ciente da necessidade de aumentar a cobertura, a Vigilância em Saúde busca, via GVE (Grupo de Vigilância Epidemiológica), ligado à DRS (Diretoria Regional de Saúde) de São João da Boa Vista, fornecedora das doses após liberação da Secretaria de Saúde do Estado de São Paulo, mais um lote de vacina contra a gripe.

Caso o município receba novas doses, elas serão destinadas tanto às gestantes como para as crianças, parte do grupo prioritário. As duas categorias em Mogi estão abaixo da meta de vacinação da Campanha Nacional de Vacinação. Até esta sexta-feira, a cobertura vacinal para gestantes é de 63%, enquanto para as crianças a marca chega a 59%. A meta do Ministério da Saúde é vacinar 90% de cada um desses públicos-alvo. Na cidade, a cobertura entre todos os grupos está em 88%.



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