Suspeita de morte por dengue hemorrágica

A Secretaria de Saúde anunciou, na terça-feira, 4, a primeira morte por dengue hemorrágica em 2019 em Mogi Mirim. A vítima é um homem de 88 anos, morador do bairro Santa Luzia, zona Norte da cidade, que deu entrada na noite de sábado, 1º, na UPA (Unidade de Pronto Atendimento), com sintomas de dengue e foi transferido para a Santa Casa de Misericórdia na manhã de domingo, 2.

O quadro se agravou, e com o resultado do hemograma já comprometido, marcado pela queda de plaquetas e sinais de hemorragia, o homem veio a óbito na manhã de segunda-feira, 3. A Secretaria de Saúde aguarda o resultado do exame laboratorial, feito pelo Instituto Adolf Lutz, em São Paulo, para atestar a morte por dengue hemorrágica, o que deve acontecer nas próximas semanas.

A zona Norte, onde o homem residia, de acordo com balanço divulgado pela Vigilância em Saúde na última quinta-feira, 6, é a segunda área da cidade com o maior número de casos até aqui: são 344, de um total de 1.053 registros em toda cidade. A zona Leste continua sendo a região de maior incidência da doença, com 401 casos.

AÇÃO
Mesmo antes da morte, a Vigilância em Saúde vinha atuando com intensidade na zona Norte. No último sábado, oito bairros da região (Santa Luzia, a partir da Rua Antônio Moi até a Rua Humberto Fritella, Parque Novacoop, Jardim Bicentenário, Jardim Santa Clara, Jardim Flamboyant, Jardim Helena, Jardim Planalto Mirim e Jardim Copacabana) passaram por um mutirão de combate ao mosquito Aedes aegypti, transmissor da dengue.

Na terça-feira, 4, agentes comunitários e agentes de controle de endemias intensificaram os trabalhos de busca ativa e controle de criadouros na região onde o homem vivia, assim como a nebulização costal, realizada por uma empresa terceirizada. E na quinta-feira, 6, a Vigilância realizou um fumacê, a aplicação de um inseticida especial contra o mosquito.



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