Cidade vive aumento no número de roubos

Nos últimos dias, pelo menos quatro casos de roubos foram registrados pela Polícia Civil de Mogi Mirim. Um deles foi contra uma comerciante da rua do Tucura (Zona Norte), que aconteceu na tarde da última segunda-feira, 30. A vítima relatou que por volta das 14h30, dois homens, com os rostos cobertos, entraram em seu comércio, anunciando que se tratava de um assalto.

Um deles, armado com uma pistola e aparentando muito nervosismo, ameaçava constantemente a comerciante. Ela foi obrigada a entregar R$ 600 e um celular Samsung. Antes de deixarem o estabelecimento, os bandidos ainda levaram dois litros de uísque.

Também na segunda-feira, mas no início da noite, uma mulher de 33 anos foi assaltada quando deixava uma clínica médica situada à rua Padre José, esquina com o Jardim Velho, em pleno centro da cidade. Ela disse que assim que deixou o consultório teve o celular levado por dois rapazes que estavam em uma bicicleta.

Gritando “perdeu, perdeu”, um dos marginais se apoderou do celular da vítima, um Motorola G7. Ele vestia um boné, calça jeans clara, era magro, cerca de 1,75 metro e moreno. A mulher não soube descrever as características do segundo assaltante.

DUPLA
Na terça-feira, dia 1º, à rua Adolfo Morari, na Vila São José (Zona Sul), uma balconista de 47 anos ficou sem a bolsa e os documentos, após ser abordada por dois homens, quando estacionava o carro naquele local. Ela relatou no plantão policial que às 19h30, acompanhada de um amigo, estava estacionando o carro quando surgiram os assaltantes.

Eles chegaram em uma moto preta e usavam capacete. O garupa, armado com um revolver cromado, exigiu que ela entregasse a bolsa, mas, neste momento, a vítima saiu correndo pela rua. Ela acabou alcançada pelo bandido que a agarrou pelo pescoço e arrancou-lhe uma corrente de prata, contendo um pingente de ouro.

Também pegou uma bolsa vermelha de couro que a mulher segurava. Dentro estavam vários cartões de lojas de departamento, um celular Motorola G6 e documentos de um Ford Ka pertencente à vítima. O amigo dela, que permaneceu no carro, não foi roubado.

Há pelo menos duas semanas, esse tipo de roubo tem se tornado comum na cidade. A maioria é praticado por duplas, usando moto e com o garupa armado. As mulheres têm sido os alvos preferidos dos bandidos.



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