À espera de demolição, imóvel na Rua Antonio Cotrim perturba vizinhança

A situação de um imóvel abandonado e parcialmente demolido localizado na Rua Professor Antonio Galvão Cotrim, uma rua sem saída localizada nas proximidades da Avenida Brasil, gera a perturbação de vizinhos em função de acumular lixo, mato e atrair a frequência de pessoas que, segundo as reclamações, incomodam pelo barulho e violência, além de haver suspeitas de tráfico de drogas. Entre os frequentadores, estariam usuários de entorpecentes.

Moradores reclamam também de acúmulo de sujeira e lixo em imóvel abandonado (Foto: Divulgação)

“Sexta e sábado à noite é um sobe e desce de moto. Acredito que pelo movimento seja ponto de tráfico, se reúnem varias pessoas toda noite e, às vezes, de dia também. Usuários de crack e pinga de pet. Depois, sentam na rua atravessados, deitam. Tenho medo de sair de casa às vezes”, relatou uma moradora, que não quis se identificar temendo represálias.

“As brigas dos nóias são feias mesmo. Gritos, quebram garrafas, dizem que vão matar. Um dia morre alguém mesmo. Porque pelo tom, percebo que estão transtornados. É ponto de encontro para prostituição também”, declarou a moradora, que disse já ter reclamado para a Prefeitura, mas ainda aguarda uma solução. “A sujeira só aumenta. A quantidade de mosquitos, aranhas grandes é enorme”, reclama.

PREFEITURA
Procurada pela reportagem de A COMARCA, a assessoria de Comunicação da Prefeitura informou que a Central de Fiscalização já notificou o proprietário quanto à limpeza do local e aplicou multas. Ainda segundo a Prefeitura, em função das sanções, o proprietário iniciou a demolição da residência, até mesmo em virtude da estrutura da construção, mas o serviço não foi concluído. A nota enviada à reportagem informa que o órgão fiscalizador acompanha a situação e, seguindo os trâmites legais, fará a notificação de multa através de publicação oficial.

Com essa medida, a ideia é encaminhar o processo à Secretaria de Serviços Municipais para o Poder Público efetivar a demolição da residência e a limpeza da área. Em seguida, os custos serão encaminhados ao proprietário do terreno. “Pelos prazos regimentais, os quais a Central de Fiscalização deve seguir, a previsão é que a medida seja adotada até meados de janeiro”, informa a nota.

Nenhum comentário:

Leave a Reply

Scroll to top