MMEC cai em grupo de Itapirense e Jaguariúna na Bezinha

O Mogi Mirim irá integrar o Grupo 4 da Segunda Divisão do Campeonato Paulista, o quarto patamar estadual, a Bezinha, ao lado de Itapirense, Jaguariúna, Amparo, Flamengo, de Guarulhos, Brasilis e Guarulhos. A divisão foi definida em Conselho Técnico na quarta-feira, na Federação Paulista de Futebol (FPF).

Com início em 19 de abril e final prevista para 13 de setembro, a competição terá 42 clubes, divididos em seis grupos de sete. As equipes jogam entre si nos grupos em confrontos de ida e volta, classificando-se para as oitavas de final os dois primeiros de cada chave e os quatro melhores terceiros por índice técnico.

As 26 equipes que não se classificarem serão rebaixadas ao quinto patamar estadual, que será implantado em 2021, com a divisão da Série B em duas séries, a B-1 e a B-2. O campeão e vice-campeão da Bezinha sobem à Série A-3. Em 2021, a Bezinha será formada por 16 times, os 14 remanescentes e mais as duas equipes rebaixadas da Série A-3 de 2020.

A participação no primeiro Conselho Técnico era obrigatória para a disputa da Bezinha, mas seis times que não haviam participado se juntaram aos 36 presentes. Os seis novos clubes são Santacruzense, Matonense, Barcelona, Elosport, AEA – Araçatuba e Tupã. A FPF explicou ter realizado um novo conselho para permitir a participação de novas equipes pelo fato de o primeiro encontro ter decidido criar uma quinta divisão, impactando assim o ano de 2021.

Embora com dois grupos opositores lutando para registrarem suas respectivas eleições em cartório, com o caso sendo discutido na esfera judicial, Luiz conseguiu participar novamente do Conselho. Segundo Luiz, o presidente da Federação, Reinaldo Bastos, o considera presidente, independente de registro. A FPF não respondeu à reportagem sobre a participação de Luiz e a questão da presidência sem eleição registrada em cartório.

GALÁTICO
O gestor de futebol terceirizado do Mogi, Marcelo Galático, revelou que seu grupo formalizou uma proposta a Luiz para a gestão e aguarda uma resposta. Galático disse que está no seu projeto aproveitar jogadores selecionados na peneira na Bezinha. Segundo Luiz, está sendo estudada a proposta de Galático e de outros grupos, mas a ideia seria de fazer uma co-gestão e não terceirizar o futebol.

Apesar de discutirem uma parceria, o Mogi tem um contrato, discutido na Justiça, em que a gestão do futebol está terceirizada e, na prática, sob o comando de Galático. Oficialmente, a terceirização foi para o sul-coreano Mário Choi e Diego Silva em parceria questionada por Luiz em ação de reintegração de posse, em que alega não ter sido feito o pagamento previsto. Por ora, o posicionamento judicial é favorável a Choi e Diego. A dupla passou a gestão para a AD Sports, que fez uma parceria com Galático e a J Winners, de Jaime Conceição. Posteriormente, a AD deixou o comando para Galático, que atuava em parceria com Jaime até o empresário da J Winners deixar o clube. Na semana passada, o advogado da gestão Luiz, André Lopes, assinando em nome do Mogi, pediu a extinção do processo alegando que Diego e Mário deixaram voluntariamente o clube. Embora o contrato seja discutido na Justiça, Luiz entende que o Mogi hoje não tem um parceiro. Já Celso Semeghini, opositor a Luiz, que espera registrar sua eleição à presidência, caso assuma o clube, informou que a diretoria iria se reunir para decidir sobre o futebol ser gerido por Galático. Na prática, Galático seguia atuando como consequência da situação judicial favorável a Mário e Diego. Porém, espera fechar uma nova parceria com Luiz.



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