Jornalismo profissional se destaca durante cobertura sobre a Covid-19

Com a crise global provocada pelo novo coronavírus, o jornalismo profissional tem se consolidado como fonte de informações confiáveis para a população. Auditoria feita pelo Instituto Verificador de Comunicação (IVC) entre os dias 15 e 21 de março, isto é, já no início do agravamento da doença no Brasil, revela que, a exemplo do que ocorre em outros países, os brasileiros dão preferência às notícias produzidas por órgãos de imprensa profissional para se informar sobre a Covid-19, em busca de dados verídicos.

Segundo a análise, os websites dos maiores jornais e maiores revistas do Brasil registraram um crescimento médio de 40% nas métricas auditadas (números de visitantes, páginas vistas e sessões) em relação à semana anterior. Dados do IVC mostram ainda que a maior procura pelos sites de jornais e revistas começou no dia 12 de março, quando o país começou a registrar aumento mais acelerado no número de casos de pessoas infectadas pelo novo coronavírus.

Outro levantamento, realizado pela Edelman, constatou que a maioria dos brasileiros (53%) prefere que, nessa crise global, as empresas anunciantes comuniquem-se com seus clientes por meios consolidados e de credibilidade reconhecida, como jornais e emissoras de rádio e de televisão.
O estudo mostra que 45% dos entrevistados preferem os meios consolidados para a veiculação de informações das companhias durante a pandemia. Além disso, 46% dizem que acreditam em uma informação ao vê-la uma ou duas vezes em veículos nacionais ou locais. Nas redes sociais, esse percentual cai para 37%.

CRESCIMENTO
Essa realidade também se reflete localmente. O diretor de A COMARCA, Flávio Magalhães, revelou que a demanda do mogimiriano por informações confiáveis segue em alta. “Notícia com credibilidade também é um serviço essencial e Mogi Mirim conta com o jornal mais consolidado da Baixa Mogiana. Além disso, os nossos pontos de venda, como supermercados, padarias e bancas de jornais, estão autorizados a funcionar mesmo durante a quarentena. Isso significa que o público continua consumindo A COMARCA, um veículo de comunicação de referência”, afirmou.

Em razão da pandemia do novo coronavírus, um projeto já em andamento deve ser colocado em prática por A COMARCA nos próximos dias: a assinatura digital. “Hoje, o site de A COMARCA oferece ampla cobertura sobre a Covid-19 na região, mas boa parte das notícias de outras editorias, como Esporte e Polícia, são publicadas exclusivamente nas edições de sábado. Com a assinatura digital, os leitores que acompanham o noticiário somente pela internet terão acesso a mais reportagens”, explicou Magalhães.

Com o período de isolamento social, outro veículo de comunicação que tem se destacado é o rádio. Segundo pesquisa realizada pela Kantar Ibope Media, a quarentena está longe de atrapalhar o meio. Pelo contrário. Em fevereiro, os ouvintes escutavam, em média, 4 horas e dois minutos por dia, geralmente no trajeto entre o trabalho e a casa. Mas em tempos de confinamento, a média subiu para 4 horas e 10 minutos.

Fábio Gouveia, diretor da O&G Comunicação, empresa gestora das emissoras Band FM e Bandeirantes AM, destacou a versatilidade do rádio. “Além da informação, o público busca por entretenimento e distração. E encontra no rádio todos esses conteúdos”, frisou. A pesquisa Kantar Ibope Media confirma isso.

Dos que ouvem rádio, 52% procuram por músicas, 50% estão em busca de distração e 43% utilizam o veículo para se manterem informados sobre os últimos acontecimentos. Outros 23% afirmaram que consomem notícias em busca de atualizações sobre a Covid-19 e 10% acessam reportagens radiofônicas para preencher o tempo livre.


A COMARCA é veículo de comunicação de referência na Baixa Mogiana

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