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PSL confirma chapa de Aloísio Bueno com cabo PM Negro

Flávio Magalhães

A convenção do PSL de Mogi Mirim confirmou nesta segunda-feira, 14, as candidaturas do empresário Aloísio Bueno a prefeito e do cabo da Polícia Militar Jorge Antonio Negro como vice. Foi a oitava composição majoritária lançada nos últimos dias para o Executivo mogimiriano.

A "chapa pura" do PSL tem forte apelo direcionado à Segurança. Aloísio Bueno é empresário do ramo e atua nos setores público e privado. Negro, por sua vez, tem 23 anos de serviços prestados na Polícia Militar, inclusive atuando em projetos sociais realizados pela corporação. Além disso, é formado em Mecatrônica pela Fatec de Mogi Mirim e é especialista e História e Filosofia, em metodologia do ensino de Física e em Robótica Educacional.

“Quero ser um vice atuante”, garantiu Negro. “Auxiliar a otimizar o Serviço Público, principalmente nas áreas de Educação, Saúde e Segurança Pública”, elencou. Outro ponto que considerou fundamental é o desenvolvimento econômico através de setores como Agricultura, Comércio e Indústria. “Não temos um curso na cidade para fornecer mão-de-obra qualificada para Agricultura”, exemplificou.

Já Aloísio Bueno declarou que pretende, se eleito, trazer práticas da iniciativa privada para o Poder Público. Por trabalhar com compliance junto a grandes grupos empresariais, pretende fazer uma auditoria geral na Prefeitura. Também anunciou que escolherá os secretários municipais por critérios técnicos. Alguns deles devem ser anunciados durante a campanha eleitoral.

BOLSONARO
Em conversa com a reportagem de A COMARCA, Aloísio Bueno chamou os adversários, a maioria de direita e apoiadores de Jair Bolsonaro (sem partido), de “surfistas”. O presidente da República, vale lembrar, foi eleito pelo PSL em 2018 e deixou a legenda alguns meses depois. “Ninguém esteve ao lado do Bolsonaro, não têm sequer uma foto com ele. O único que já esteve com ele e com a família Bolsonaro fui eu”, apontou.

"Meus adversários não passam de Bolsodoria ou Witzelnaro”, disse ainda, em referência aos governadores de São Paulo e Rio de Janeiro, eleitos em 2018 na onda do bolsonarismo, mas que protagonizaram posteriormente desentendimentos com o presidente da República. “E o único que pode dizer quem Bolsonaro apoia ou não apoia é o próprio Bolsonaro, não quem está surfando”, concluiu.


A "chapa pura" do PSL com Aloísio Bueno e cabo PM Negro, tem forte apelo direcionado à Segurança (Foto: Flávio Magalhães/A COMARCA)

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