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Principal suspeito de latrocínio morre em confronto com a PM

O principal suspeito do latrocínio que vitimou Paulo César Manara na manhã de quinta-feira, 29, no bairro Nova Santa Cruz, foi morto na noite de sexta-feira, 30, em um confronto com a Força Tática da Polícia Militar (PM). Lucivaldo Leonardo Silva Filho, de 26 anos, morreu após uma tentativa de fuga frustrada.

Não foi a primeira vez que Lucivaldo tentou escapar da polícia, após o latrocínio ocorrido no Nova Santa Cruz. No mesmo dia do crime, ele trocou tiros com a polícia em Mogi Guaçu. No dia seguinte, escapou de um cerco policial na cidade de Serra Negra, em um confronto que terminou com uma criança de 7 anos ferida na cabeça.

Dessa vez, segundo informações da PM, Lucivaldo estava com familiares em um táxi, vindo de Serra Negra, quando foi abordado pelos policias da Força Tática, na altura do km 55 da Rodovia SP-147. O carro, um Chevrolet Cruze branco, não respeitou as ordens da parada e precisou ser interceptado pelos PMs. Todos os ocupantes desceram do carro, menos Lucivaldo, que ainda teria tentado atirar nos policiais, que, por sua vez, reagiram. Ele foi morto dentro do veículo.

O CASO
Na manhã de quinta-feira, 29, o vendedor Paulo César Manara, 56 anos, que trabalhava na empresa Morecap/Vipal, foi morto após um assalto em sua casa, situada à Rua Eliza Mansur Pierobon, no bairro Nova Santa Cruz, zona Oeste da cidade.

Segundo testemunhas, por volta das 6h30, Manara abriu o portão automático para colocar o lixo para fora. Nesse momento, dois homens que estavam em uma picape Chevrolet Montana, estacionada ao lado da casa da vítima, renderam o vendedor. 

Segundo testemunhas, por volta das 6h30, Manara abriu o portão automático para colocar o lixo para fora. Nesse momento, dois homens que estavam em uma picape Chevrolet Montana, estacionada ao lado da casa, renderam o vendedor. Ele foi obrigado a entrar na residência com os ladrões. Quando saíam carregando uma TV, a vítima teria reagido, tomado a arma de um dos assaltantes e disparado contra eles. No entanto, Manara foi alvejado por uma série de tiros de uma pistola 9 mm, por um terceiro criminoso, que seria Lucivaldo. Manara ainda chegou a caminhar por alguns metros, mas caiu em frente à casa.

Após balearem o vendedor, os bandidos fugiram rapidamente do local e ainda efetuaram disparos para o alto. Só levaram a TV, deixando para trás, inclusive, o celular e o notebook de Manara. Pelo menos oito cartuchos de munição 9 mm foram achados no local do crime. A Polícia Militar foi acionada e chegou ao local. Manara ainda estava vivo e foi imediatamente levado pelos policiais militares à Santa Casa de Misericórdia. Contudo, em virtude da gravidade dos ferimentos, ele não resistiu e morreu no hospital. O vendedor levou, pelo menos, quatro tiros, sendo dois na cabeça, um no abdômen e um na perna.

Manara era muito conhecido em Mogi Mirim e querido pelos amigos, familiares e colegas de trabalho. Segundo um parente, que foi ao local do crime, ele havia acabado de se tornar avô. 



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