GoodBom inaugura hipermercado em Mogi Mirim

A rede GoodBom inaugurou na última segunda-feira, 11, a unidade de Mogi Mirim construída à avenida Pedro Botesi, 2800, no Jardim Scomparim. Houve café da manhã oferecido pela direção da empresa a um grupo de convidados, como políticos, autoridades e personalidades, das 8h às 9h, quando as portas foram abertas ao público para a solenidade de inauguração.

Foram dois anos de espera para que a unidade mogimiriana virada realidade. Anunciada em 2015, a edificação do GoodBom ganhou fôlego neste ano. A nona loja da rede tem cerca de 10 mil metros quadrados de área construída, de um total de 22 mil metros quadrados de área. A unidade leva o conceito de hipermercado, com uma oferta maior e diversificada de produtos, principalmente os das linhas de eletroeletrônico e eletrodomésticos.

Outro diferencial da loja é a instalação de um setor de peixaria fresca e de um mix de lojas agregadas, favorecendo a atração de um número maior de clientes. Por essa razão, a loja trabalhou desde o início com a expectativa de gerar perto de 200 empregos diretos em seus diversos setores, concentrando as oportunidades para operadores de caixa, açougueiros, empilhadeiristas, padeiros, motoristas, auxiliares de diversos setores, cozinheiros, confeiteiros, fiscais, empacotadores, repositores, entre outros. Outros 150 empregos indiretos devem ser gerados nas vagas de promotoria e nas lojas agregadas.

Das demais lojas que o grupo mantém em funcionamento, igual a de Mogi Mirim somente a de Indaiatuba. Aa demais, incluindo a sede, em Sumaré, trabalham na linha de supermercados. Por essa razão, a unidade mogimiriana do GoodBom promete ser uma das mais modernas do segmento.

A rede GoodBom começou em 1932, quando Hermenegildo Gigo, italiano de origem simples, residente no Brasil, abandonou a vida no campo para se dedicar ao seu recém-adquirido armazém. Com o auxílio de seus filhos, Pedro, João Rubens, Eduardo e de sua filha Edeolinde, deu início à construção do complexo Gigo. Era o começo de um sonho que, depois de 21 anos, começou a se tornar realidade.

Em 1953, os filhos assumiram o comando da empresa e a transformaram em Gigo & Cia. Um ano depois, adquiriram o empório de Orestes Bordon e a Cooperativa Agrícola em Nova Odessa, que deu lugar ao primeiro supermercado de Sumaré. Em 1956, a Gigo & Cia comprou também o Armazém dos Raposeiros, localizado em frente à estação de Sumaré.

Seis anos mais tarde, o grupo presenteou a população sumareense com o primeiro supermercado moderno da região. Após um ano, Campinas e Paulínia também receberam filiais com instalações modernas e prédio próprio. Em 1987, a empresa passou por uma reestruturação e, então, foi inaugurado o GoodBom Supermercados, uma loja moderna e pioneira na automatização de código de barras.

Com o sucesso de sua primeira loja, no ano seguinte, mais um supermercado foi inaugurado. Ao tornar-se referência na região, acompanhando a constante evolução do segmento, no ano de 2000 expandiu a qualidade da rede para Hortolândia. Hoje, a rede possui lojas cinco lojas em Sumaré, uma em Hortolândia, uma em Monte Mor e uma em Indaiatuba.


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Presépio é feito com materiais recicláveis

Flávio Magalhães

Neste ano, o presépio montado pela Paróquia de Imaculada Conceição Aparecida, no bairro Vila Dias, na zona Leste da cidade, chamou a atenção dos fiéis católicos não apenas por sua bela aparência, mas também pelos materiais utilizados em sua composição.

As representações da Virgem Maria, de São José, do Menino Jesus e dos demais elementos que, segundo a tradição católica, remontam à cena do nascimento do filho de Deus foram todos montados predominantemente com produtos recicláveis, como garrafas pet, copos de plástico e de isopor e sacolas de supermercado.

A experiência, inédita para a paróquia, foi sugerida dentro da própria comunidade pelas irmãs Vânia Maria e Maria Aparecida Seriani. A partir daí, cada pastoral da igreja ficou responsável pela construção de uma parte do presépio, como contam as catequistas Leonor Rodrigues Mota Faria e Rafaela Alves de Oliveira. Padre Alexandre Pereira, de 44 anos, vigário local, pediu aos fiéis para que contribuíssem com a doação dos recicláveis.

“Foi trabalhoso. Tivemos que recolher, selecionar e trabalhar muito material, além da configuração de toda a ambientação, animais, a casinha, a árvore de Natal e a manjedoura com a sagrada família”, relatou Aparecida. Ela menciona com orgulho a forma com que as pessoas se engajaram no projeto. “O mais bonito de tudo é que se trata de uma obra coletiva, feita por muitas mãos”, acrescentou.
Para que o resultado fosse satisfatório, mesmo sem envolver nenhum artesão, foi necessária muita consulta na internet. “Pesquisamos aquilo que não tínhamos conhecimento, além do fato de muitas das pessoas que contribuíram para a construção terem demonstrado uma aptidão incrível na hora de confeccionar e montar tudo”, resumiu.

Entre a arrecadação dos materiais, a montagem e a inauguração do presépio, após a missa no último domingo, 03, foi mais de um mês de trabalho. O resultado foram esculturas em tamanho natural da Sagrada Família e uma árvore de Natal de aproximadamente quatro metros de altura, que durante a noite ganham uma iluminação dos tradicionais piscas-piscas.

Jesus, Maria e José foram construídos com os fundos de várias garrafas pet sobre uma armação metálica. As cabeças são de pequenos copos plásticos, utilizados para tomar café. Os sinos menores são de copos de isopor, enquanto os maiores foram feitos com baldes. Com as garrafas pet ainda foi possível montar a árvore de Natal e as flores.

O presépio está no amplo pátio da igreja, localizado na Rua Professor Aristides Gurjão, 69, onde também funciona o brechó da paróquia durante o dia. Ficará exposto à comunidade até o Dia de Santo Reis, celebrado pelos cristãos em 06 de janeiro. Depois, vai para a reciclagem. Para Padre Alexandre, a iniciativa teve um caráter educativo, o de chamar a atenção das pessoas para a importância de dar destinação correta aos objetos descartados que podem passar por processo de reciclagem, evitando danos maiores ao meio ambiente. (com informações e colaboração de Fernando Gasparini)


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Romu descobre maconha em lataria de carro e um é preso

A equipe formada pelos guardas municipais Marcelo, Castellani e Willian, da Ronda Ostensiva Municipal – ROMU, localizou na noite de quinta-feira, 07, 20 tabletes de maconha que estavam escondidos na lateral interna da lataria de um veículo Fiat Palio, com placas de Mogi Mirim. Dener Welder da Silva Rodrigues, de 20 anos, morador da cidade de Aguaí, foi detido.

A unidade da ROMU estava em patrulhamento pela Zona Leste,quando, ao trafegarem pela Avenida Expedito Quartieri, notaram a presença do veículo Fiat Palio, ocupado por um elemento, que estaria estacionando na rua paralela a linha férrea. O condutor do carro, ao perceber a aproximação da viatura, teria descido rapidamente a pé e entrado em um bar, levantando as suspeitas, fazendo com que os guardas municipais optassem por realizar a abordagem.

O rapaz, identificado posteriormente como Dener, se mostrou muito nervoso, mas nada de ilícito foi encontrado com ele, que justificou estar no local aguardando seu sogro. Foram encontradas com ele as chaves do Fiat Palio e foi feita revista no automóvel, mas nada foi encontrado.
A unidade do GOC formada pelos guardas Souza, Edivaldo e Machado, com o cão Athos, foi acionada, sendo que o cão farejou o interior do carro, apontando que na lataria interna haveria entorpecentes.

Ao retirar as laterais, foram encontrados 20 tabletes de maconha que totalizaram 16.6 quilos da droga. No momento da localização, o suspeito começou a dizer que não seria ele no veículo, tentando escapar da detenção. A ação contou com o apoio do comandante Paulo e dos guardas municipais Cardoso, Morais e Farias, Marcia e Magnan.

Dener foi encaminhado ao plantão policial, onde a delegada Raquel Cassali o autuou em flagrante por tráfico de drogas. 


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'Vail Chaves' é novamente interditado

Uma situação que parece ter virado rotina deve deixar o torcedor mogimiriano novamente distante do Mogi Mirim Esporte Clube na Série A3 do Campeonato Paulista de 2018. O estádio Vail Chaves, assim como outros 38 listados para receber jogos das quatro divisões do futebol paulista, aparece como interditado no site da Federação Paulista de Futebol. Por isso, os mandos de campo do Sapo no estadual foram transferidos, momentaneamente, para o estádio Major José Levy Sobrinho, em Limeira.

No ano passado, a interdição do Vail Chaves, devido a demora na regularização de laudos técnicos vencidos, fez com que o Mogi jogasse as suas quatro primeiras partidas na Série A2 fora de Mogi Mirim. Foram dois jogos realizados em Limeira, um em São Paulo e outro em Barueri. Somente na nona rodada, quando fez seu quinto jogo como mandante, é que o Sapo pode atuar no Vail Chaves.

Neste ano, o estádio foi interditado no dia 31 de outubro. Portaria assinada pelo Coronel Isidro Suita Martinez, vice-presidente do Departamento de Infraestrutura de Estádios, informa que a interdição ocorreu devido à falta de renovação de laudo do Vail Chaves. O AVCB (Auto de Vistoria do Corpo de Bombeiros) venceu justamente no dia 31 de outubro.

Já o laudo de prevenção e combate a incêndios está vencido desde 21 de novembro. Os demais laudos ainda por vencer. O de segurança no dia 30 de dezembro, e o condições sanitárias e de higiene no dia 6 de fevereiro de 2018 e a vistoria de engenharia no dia 28 de agosto do próximo ano.

Além do Vail Chaves, a FPF também interditou outros 11 estádios de clubes que disputarão a Série A3: Fortaleza (Barretos), Alfredo de Castilho (Bauru), Bento de Abreu (Marília), Hudson Buck Ferreira (Matão), Otacília Patrícia Arroyo (Monte Azul), Maria Tereza Breda (Olímpia), Ernesto Rocco (Porto Feliz), Benito Castelano (Rio Claro), Baetão (São Bernardo do Campo), Luiz Augusto de Oliveira (São Carlos) e Anísio Haddad (São José do Rio Preto).

(Arquivo)


DEMAIS
Na Série A1, apenas cinco estádios estão interditados, mas, outros já possuem documentação vencida, casos de Arena da Fonte, em Araraquara, e Walter Ribeiro, em Sorocaba. Bruno José Daniel, em Santo André, e Anacleto Campanella, em São Caetano do Sul, terão laudos vencidos entre dezembro e janeiro.

No caso do Moisés Lucarelli, casa de Ponte Preta e RB Brasil, a interdição acontece por ordem do STJD (Superior Tribunal de Justiça Desportiva). Outros dois estádios são usados por mais de uma equipe, caso do José Liberatti, em Osasco (Audax, Grêmio Osasco e Osasco FC), e o Nicolau Alayon (Nacional e Barcelona-SP), em São Paulo.

Somente Arena Corinthians, Allianz Parque, Morumbi, Pacaembu, Vila Belmiro e Novelli Júnior, em Itu, possuem documentação em dia e com prazo que cobre todo calendário da primeira divisão do estadual. As equipes devem regularizar a documentação das arenas, já que as três primeiras divisões do Campeonato Paulista começam no dia 17 de janeiro. A Segunda Divisão, começa apenas em abril.

Telefonia lidera ranking de reclamações

Flávio Magalhães

Imagine solicitar a uma operadora de telefonia a portabilidade de um número e receber três linhas distintas, que não foram pedidas, e ser cobrado financeiramente por elas. Esse foi um dos casos atendidos recentemente em Mogi Mirim pela advogada Bruna Ravagnani, especialista em defesa do consumidor.

Ela, que escreve semanalmente para A COMARCA, explica que quando o cliente é prejudicado pelos serviços oferecidos pelas empresas, cabe reparação patrimonial e moral, segundo a legislação vigente. “E se você está devendo para uma operadora de telefonia, por exemplo, e ela liga no seu emprego te cobrando, isso gera danos morais em dobro”, acrescentou.

Não por acaso os serviços de telefonia lideram os rankings de reclamações. Nos dados mais recentes divulgados pela Fundação Procon de São Paulo, das quatro primeiras colocações, três estão ocupadas pelas empresas telefônicas. A Claro/Net lidera, seguida de Vivo e Tim. Entre as dez empresas com mais queixas, também aparece a Oi.

O site Reclame Aqui, dedicado a receber as reclamações dos consumidores pela internet, também tem em seu próprio ranking três operadoras nas quatro primeiras colocações. A diferença é apenas a ordem. Quem lidera é a Vivo, segundo dados dos últimos doze meses, seguida de Claro/Net e Tim.

Entre as queixas mais recorrentes está a cobrança indevida. “Contratar uma coisa e receber outra é comum, infelizmente”, afirma Bruna. “Várias vezes a fatura vem um valor que o consumidor nem sabe do que se trata, mas ele pagou”. Nesses casos, segundo a advogada, o cliente tem o direito de receber o dobro do que foi cobrado, com juros e correção monetária.

Ao consumidor que se sentir lesado, a recomendação é procurar o juizado especial cível, que é dedicado a casos de até 40 salários mínimos e, em Mogi Mirim, fica na Avenida 22 de Outubro. Acima disso, é Justiça comum. Formalizar reclamações em entidades como o Proteste e Consumidor.org também é válido. “E sempre anote o número do protocolo, toda vez que ligar para a empresa de telefonia para reclamar”, recomenda a advogada.


Fatec tem projeto selecionado em competição

O projeto ‘Incubadora Neonatal Automatizada’, de autoria de três alunos do curso de mecatrônica da Fatec (Faculdade de Tecnologia) “Arthur de Azevedo”, de Mogi Mirim, foi selecionado para participar da final do V Desafio Inova Paula Souza de Ideias e Negócios, uma competição de Modelo de Negócios do Centro de Paula Souza entre equipes formadas por estudantes do ensino médio, técnico, tecnológico e pós-graduação, egressos e professores de ETECs (Escola Técnica) e FATECs (Faculdade de Tecnologia).

O Inova Paula Souza é uma agência de inovação do Centro de Paula Souza, que tem como objetivo central, transformar ideias e projetos em produtos patenteados. Nessa quinta edição, foram mais de 2 mil projetos cadastrados, de 290 unidades localizadas em 42 regiões. Dos trabalhos propostos por alunos e docentes da Fatec de Mogi Mirim, o projeto de Incubadora Neonatal Automatizada foi selecionado no eixo tecnológico Saúde, Ambiente e Segurança.

A relação dos 36 projetos de Etecs e Fatecs finalistas foram divulgados nesta semana. As três melhores propostas de cada uma das 12 categorias do prêmio foram escolhidas de acordo com critérios como escopo e relevância da ideia, objetividade no preenchimento do Modelo de Negócios Canvas, clareza do pitch, viabilidade e potencial de execução econômica do projeto, bem como grau de inovação e proteção legal da proposta.

Os finalistas participarão do evento de premiação ‘Melhor dos Melhores’, programado para fevereiro de 2018, na sede do Centro Paula Souza, na Capital. Cada equipe terá três minutos para seu pitch – apresentação feita por empreendedores para vender seus projetos a potenciais investidores – a um grupo de jurados composto por professores da comissão organizadora do desafio e especialistas convidados. Ao final, serão premiados os primeiros colocados de cada eixo tecnológico e em seguida será eleito o melhor projeto da competição.

O trabalho da Fatec selecionado para a final foi desenvolvido pelos alunos Wallace Passoni Montagnini (representante), Ademir Guilherme Granziera (integrante) e Guilherme Borges Ferreira (integrante), sob a orientação e coordenação dos professores Helder Anibal Hermini e Henrique Antonio Mielli Camargo.

Segundo Wallace, o projeto foi idealizado a partir da sua experiência profissional. “Trabalho como autônomo em um hospital na área de engenharia clínica e faço manutenção preventiva e corretiva em diversos equipamentos médicos. Um dia, o professor Helder propôs ser meu orientador em uma iniciação científica. Disse que gostaria de fazer algo relativo à área de saúde, especificamente, com incubadoras neonatais, pois estas possuem diversos problemas”, explicou.

Wallace informou já ter experiência com esse equipamento, com a desmontagem e montagem de várias incubadoras e, por conta disso, aceitou realizar o projeto. “Logo depois, começamos a ‘inovar’ a incubadora. A nossa motivação é justamente a oportunidade de aprimorar esse equipamento, trazendo mais segurança. Foi relativamente fácil, porque eu conheço os principais defeitos”, destacou.

Outro ponto que incentivou o projeto, segundo Wallace, foi o fato de que a incubadora abre muitas oportunidades de mudanças, ou seja, ainda há muita coisa a melhorar, abrindo espaço para o projeto que abrange um retrofit completo do sistema de filtros, ventilação, aquecimento e principalmente do sistema de controle e supervisão, que é a parte mais importante durante a incubação.

TECNOLOGIA
No projeto, o grupo ressaltou que decorrente da crescente evolução da tecnologia, as incubadoras neonatais ficaram defasadas em relação a aplicação de inovações existentes na atualidade, ocasionando a inconfiabilidade de dados apurados e controlados pelas mesmas e também as tornando mais suscetíveis a erros. Como consequência, colocam em risco a vida e o desenvolvimento dos recém-nascidos prematuros que em muitas ocasiões são levados a óbito por dependerem delas para sua sobrevivência.

Para suprir a defasagem tecnológica das incubadoras neonatais existentes, foram aplicados os conceitos análogos a cyber-física, ou seja, tecnologias de controle e supervisão remotas em tempo real através do emprego da computação em nuvem, as tornando mais seguras e eficientes e permitindo a concepção de um banco de dados para analises futuras do processo de recuperação do prematuro.

Pelo fato de grande parte das incubadoras serem de origem internacional, há uma grande dificuldade quanto a custos e manutenções das mesmas, inviabilizando a aplicação em hospitais públicos. Para suprir essa defasagem, se fez necessário a utilização de tecnologias nacionais, sendo muito mais viáveis e de fácil manuseio. Com a substituição do sistema de potência arcaico por um sistema digital e aperfeiçoando o sistema de filtros bactericidas, a incubadora tornou-se muito mais concisa e confiável na aquisição e controle de dados.

Para o diretor da Fatec mogimiriana, André Giraldi, o projeto traz como inovação o uso da mecatrônica na área da saúde. E a seleção do projeto reforça o esforço da unidade no incentivo à pesquisa. “Dá mais credibilidade ainda para a Fatec e abre as portas do mercado de trabalho para os nossos alunos”, enfatizou.

TRADIÇÃO
Essa é a terceira vez que a Fatec de Mogi Mirim tem projeto selecionado pela Agência de Inovação INOVA Paula Souza. Na edição de 2013, a equipe composta pelos alunos Paulo Ricardo de Lima Figueiredo, Paulo Luiz de Almeida Filho e Fabiano Simioni, representantes do curso de Projetos Mecânicos, orientada pela professora Marli Delfino Campos, pelo professor Helder Anibal Hermini e pela auxiliar docente Fernando Bianchi, ficou em terceiro lugar com o projeto “Escaner e Impressora 3D para prototipagem de próteses ortopédicas e estéticas”.

Já em 2016, os alunos de Mecatrônica Industrial, Ademir Guilherme Granziera e Guilherme Borges Ferreira, sob a orientação do professor Helder Anibal Hermini, também ficaram em terceiro lugar com o projeto “Prótese de Perna Antropomórfica Microcontrolada”.



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Dia do Samba reúne 7 mil pessoas

Flávio Magalhães

Não seria exagero dizer que no último domingo, 03, Mogi Mirim foi a capital do Samba. O primeiro domingo do mês, já tradicionalmente marcado pelos eventos musicais do gênero, ganhou um grande reforço em comemoração ao Dia Nacional do Samba e atraiu cerca de 7 mil pessoas, segundo estimativa da Secretaria Municipal de Cultura e Turismo, baseada em informações da Guarda Civil Municipal.

A programação começou às 8h30 e se estendeu por aproximadamente 14 horas ininterruptas de música e festa. Entre as atrações, a tradicional Roda de Samba Entre Amigo, o grupo de zumba Mente em Foco, a banda Lyra Mojimiriana, o grupo de dança da professora Sandra Kussunoki, as três baterias de Mogi Guaçu (Verde e Rosa, Cludesp e Asas Show), o grupo Afoxé de Mogi Mirim e a Charanga do maestro Carlos Lima.

Teve espaço para as cantoras Arlene e Rosana Martins, e para um espetáculo da Orquestra Lyra Mojimiriana, sob regência do maestro Carlos Lima, com a cantora Bia Goes. O encerramento ficou por conta da atração mais aguardada da noite, Dominguinhos do Estácio, popular compositor e intérprete de samba-enredo.

Segundo a Secretaria de Cultura e Turismo, o público que passou pelo Teatro de Arena foi rotativo, mas houve momentos em que tanto a arquibancada quanto a área livre onde foram montadas as barracas de alimentação permaneceram lotadas. “Foi o maior evento deste e dos últimos anos”, definiu o secretário Marquinhos Dias.

Maísa Magalhães, mogimiriana que há alguns anos desfila pelo Carnaval paulista, marcou presença


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