‘Amigos do Papai Noel’ distribuem quase 6 mil presentes

O comerciante Jonaldo Marciano, popularmente conhecido como Paraná, é o responsável por organizar uma ação de solidariedade em época natalina que chega à nona edição. Ele comandou no último domingo, 23, o evento que ficou conhecido na cidade como “Amigos do Papai Noel”, que distribuiu quase 6 mil brinquedos em Mogi Mirim.

Paraná começou a ação solidária de Natal no bar que mantém há 17 anos no bairro de Santa Luzia, Zona Norte da cidade. No primeiro ano, ele distribuiu brinquedos que garimpou na fábrica da Brinquedos Estrela em Itapira para 60 crianças. A sua iniciativa cativou outras pessoas a aderirem ao movimento. “Alguns viram e vieram ajudar, querendo participar”, lembrou.

Anos mais tarde, devido à grande adesão, Paraná passou a percorrer a cidade para distribuir os brinquedos. Foi aí surgiu o grupo “Amigos do Papai Noel”. “Foi quando eu comecei a me vestir de Papai Noel”, contou. Paraná disse que faz algo diferente de outras ações semelhantes nesta época do ano.

“Eu vou para a Zona Rural. As pessoas esquecem das crianças da roça”, apontou. Por isso, já teve em sítios de toda a região. “Já até troquei de roupa no meio do canavial”, acrescentou. Paraná disse que boa parte dos brinquedos distribuídos às crianças é doada. “O restante a gente compra. É uma preparação feita o ano todo para esse dia especial”, atentou.

Mas, há brinquedos que não são nem doados, e nem comprados. Eles são consertados. No fundo do bar, há um barracão onde Paraná utiliza como uma espécie de oficina. “A gente reforma alguns brinquedos, faz manutenção, pinta e deixa eles novinhos novamente. É também nesse barracão onde ficam os brinquedos embalados e encaixotados.

Paraná conta com uma grande família de amigos para deixar tudo pronto e também fazer a distribuição. São pelo menos 15 voluntários na linha de frente. “Mas, no dia da entrega, aparece gente de todo lugar querendo ajudar”. A ação do último domingo começou às 13h30, quando os “Amigos do Papai Noel” saíram em carreata percorrendo os quatro cantos de Mogi Mirim. A maioria dos brinquedos vai em um caminhão baú, cedido pelo supermercado Kareka, que se engaja na iniciativa. “Mas, deixamos alguns brinquedos também nos carros que estarão juntos”, disse.

INÍCIO
Foi um drama familiar que despertou em Paraná o desejo de promover a ação solidária no Natal. Em meados dos anos 2000, a primeira esposa, Iraci, adoeceu e tinha rotina de internações na Unicamp. Ela era atendida no sexto andar do Hospital das Clínicas e de lá, observava as crianças que ficavam no terceiro andar.

“Via aquelas crianças querendo brincar. Queria ajudá-las de alguma forma”, lembrou. Com a morte da esposa, viveu um momento muito difícil, mas, deu a volta por cima e se lembrou das crianças que um dia conheceu no Hospital da Unicamp, criando o evento que acontece todos os anos.



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Músico mogimiriano é premiado na 19º edição do Grammy Latino

O mogimiriano Raphael Ferreira entrou para a história da música latina. Ele ainda comemora o feito que aconteceu no dia 15 de novembro, quando a banda de Hermeto Pascoal, da qual Ferreira faz parte, foi premiada com o Grammy Latino de melhor álbum de jazz latino por conta do disco Natureza Universal (2017), gravado e assinado pelo instrumentista alagoano com a big band. A cerimônia do mais importante prêmio da indústria fonográfica da América Latina aconteceu no MGM Grand Garden, em Las Vegas, nos Estados Unidos.

Essa premiação, talvez, tenha sido o grande marco na carreira desse saxofonista que atua profissionalmente há quase 20 anos. Nascido em Mogi Mirim em 1983, Ferreira se interessou pela música aos 12 anos. E a Lyra Mojimirana foi o começo de tudo. “Para minha sorte, a Lyra Mogimiriana estava não só próxima, mas também disponível quando resolvi estudar música. A sede era ainda no Centro Cultural, quando tive as primeiras aulas de teoria e flauta doce, e posteriormente saxofone”, recordou.

Depois de alguns anos estudando com o professor Carlos Guarnieri na Lyra, Ferreira decidiu dar um salto ainda maior na sua sonhada carreira musical. Foi estudar no conceituado Conservatório de Tatuí. “Isso viabilizado pela própria Lyra, especialmente pelo senhor José Fernandes, pai do maestro Carlos Lima”, destacou.

Em 2002, ele foi estudar música na USP (Universidade de São Paulo). Terminou a graduação em 2006. Dois anos mais tarde, em 2008, foi bolsista do Banff Centre, no Canadá, para o International Workshop in Jazz and Creative Music. Em 2009, Ferreira recebeu o título de Mestre em Música pela Unicamp, e, em 2016, se tornou em de Doutor em Música também pela Universidade Estadual de Campinas.

“Tanto na dissertação de mestrado, quanto na tese de doutorado, trabalhei com elementos da obra de Hermeto Pascoal, o que torna a premiação do Grammy Latino ainda mais significativa para mim, já que a prática se relaciona fortemente com as reflexões teóricas que eu empreendi, e sai das estantes das bibliotecas e se prova na práxis de fato”, argumentou.

Além de fazer parte da big band de Hermeto Pascoal, Ferreira também é, desde 2012, professor da Universidade Federal de Uberlândia, onde leciona na graduação e pós-graduação em música. Suas principais áreas de atuação são a música popular, improvisação, composição e arranjo.

No currículo do mogimiriano estão oito discos dedicados à música instrumental que ele lançou nos projetos como solista ou colíder. Já como sideman - músico profissional que é contratado para se apresentar ou gravar com um grupo ou cantor a qual ele não integra - tem trabalhos realizados ao lado de artistas como Daniel, Roberto Carlos, Filó Machado e Arismar do Espírito Santo, tendo excursionado pelas Américas do Sul e Norte, Europa e Marrocos.

Raphael Ferreira ao lado de Hermeto Pascoal


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Frei Cristiano deixa Paróquia de São Benedito após 8 anos

Flávio Magalhães

Entre um compromisso e outro na manhã da última quinta-feira, 20, nas dependências da Igreja de São Benedito, na região central de Mogi Mirim, o frei Cristiano Oshiro deu uma pausa nas atividades da paróquia para atender a reportagem de A COMARCA. Havia acabado de concluir a semanal exposição do Santíssimo Sacramento e alguns fieis já o aguardavam para a confissão.

O ritmo habitual da paróquia não deixa transparecer o clima de despedida. No final de janeiro, frei Cristiano embarca para Poconé (MT), a 100 quilômetros da capital Cuiabá. Será um reencontro, já que o sacerdote trabalhou por oito anos naquele município antes de ser designado para Mogi Mirim. A decisão foi tomada pelo Capítulo Provincial, a reunião realizada a cada quatro anos pela Terceira Ordem Regular de São Francisco (TOR), avaliando a necessidade de evangelização em cada uma das missões franciscanas da organização.

No seu recente aniversário, comemorado em 11 de novembro, a comunidade católica de São Benedito já sabia da notícia. Na homenagem realizada no salão de festas da Igreja de Nossa Senhora de Monte Serrat, centena de fieis fizeram questão de cumprimenta-lo. Alguns aos prantos, em razão do vínculo afetivo após oito anos de trabalho e evangelização em Mogi Mirim. Nesses momentos, frei Cristiano relembra sua missão de vida. “Sou missionário, vou embora em nome do Senhor”, afirmou. “Se eu não vivo para servir, não sirvo para viver”, emendou o sacerdote atualmente responsável por 6 igrejas e mais de 20 pastorais e movimentos.

O vínculo com a comunidade não foi criado por acaso. “O sacerdote tem que animar-se e animar aos outros, tem que se espelhar em Jesus”, definiu. Para isso, precisou vencer a timidez característica dos orientais e acolher o povo, em nome da missão. Mas o esforço valeu a pena. “Hoje só tenho a agradecer, fui instrumento de Deus”, destacou. Fez questão ainda de ressaltar o papel de pessoas da comunidade que trabalham voluntariamente para a igreja, os chamados leigos. “Se pudesse, beijava os pés de cada um em agradecimento”, resume.

A recíproca parece verdadeira. O empresário Geraldo Bueno, que integra o Conselho Administrativo Paroquial da Igreja de São Benedito, enfatizou o trabalho de frei Cristiano enquanto pároco. “Ele motivou e abriu espaço para que os leigos participassem dos trabalhos, reativou as festas envolvendo as comunidades, sempre preocupado para que tudo fosse bem organizado. Foi um pastor zeloso com seu rebanho e com as coisas de Deus”, disse para A COMARCA. “Além de saudades, vai deixar um legado. Sempre será lembrado pelas suas obras de missão e evangelização”, completou.

A advogada Eloísa Bianchi, coordenadora do conselho pastoral e membro da equipe de festa, classifica frei Cristiano como um “pai espiritual, daqueles que corrige, orienta e não abandona”. “Pelo seu exemplo, dedicação, paciência, persistência, buscou e resgatou várias ovelhas que andavam dispersas e longe da Igreja, foi ao encontro delas. Regatou movimentos, sempre esteve atendo as pastorais de forma individual, afim de zelar pela comunidade como um todo”, relatou ainda. “A gratidão será um sentimento que levarei para sempre comigo, todas as vezes que tocarmos no nome dele. Ele resgatou a família São Benedito”, complementou.

O próprio frei Cristiano preferiu não comentar durante a entrevista para A COMARCA sobre suas ações ao longo de oito anos como pároco de São Benedito. Preferiu pedir orações aos novos sacerdotes que assumirão a paróquia a partir de 2019. No entanto, garantiu que, se tivesse que começar tudo outra vez, começaria, sem sombra de dúvidas. “Deus provê, Deus proverá. Sua misericórdia não faltará”, encerrou.


Pesquisadora mogimiriana está entre os mais influentes do mundo

Uma mogimiriana está na lista dos pesquisadores mais influentes e citados do mundo em artigos científicos no ano de 2018, de acordo com a Clarivate Analytics, empresa de consultoria e pesquisa científica e acadêmica, com sede nos Estados Unidos. Renata Valeriano Tonon está numa listagem que leva em consideração o número de citações por artigos publicados no período de dez anos. Os selecionados fazem parte do grupo de 1% de cientistas com as mais altas médias de citações nesse período. Cerca de seis mil pesquisadores foram selecionados. Outros 11 cientistas brasileiros também estão na lista.

Renata é pesquisadora da Embrapa Agroindústria de Alimentos, com sede no Rio de Janeiro, desde 2010, onde atua principalmente nos temas extração e microencapsulação de compostos bioativos; tecnologia de membranas e aproveitamento de resíduos agroindustriais. Seus artigos mais citados são relativos ao doutorado e pós-doutorado, quando trabalhou na obtenção de uma polpa de açaí em pó rica em compostos antioxidantes e na microencapsulação dos óleos de linhaça e de café torrado. Os trabalhos foram publicados entre 2009 e 2012.

“Me sinto grata pelo reconhecimento de nosso trabalho e fico feliz em poder aplicar o conhecimento adquirido, durante esse período, no desenvolvimento de produtos e processos em parceria com empresas que têm nos procurado na Embrapa. É a ciência se transformando em tecnologia e inovação”, declarou.

“Isso mostra o potencial que o Brasil tem de fazer ciência de alta qualidade, requisito fundamental para se produzir tecnologia de alta qualidade, e a importância de se ter investimentos em pesquisa, tão escassos ultimamente no país”, disse ainda. Renata possui graduação, mestrado e doutorado em engenharia de alimentos pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), com doutorado-sanduíche no Centre de Cooperation Internationale en Recherche Agronomique pour le Développement (Cirad), em Montpellier, França.

Tem experiência nas áreas de Engenharia, Ciência e Tecnologia de Alimentos, com ênfase em Engenharia de Processos, atuando principalmente nos seguintes temas: microencapsulação de compostos bioativos, spray drying, tecnologia de membranas, aproveitamento de resíduos agroindustriais e propriedades físico-químicas dos alimentos.

Atualmente, também atua como docente permanente no Programa de Pós-Graduação em Ciência de Alimentos da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), e é bolsista do programa Jovem Cientista do Nosso Estado, da Fundação Carlos Chagas Filho de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio de Janeiro (Faperj). Antes de entrar na Embrapa, foi docente permanente da UFRRJ (Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro) e trabalhou na Univesidad de Vigo, na Espanha.


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Verão deve começar com temperatura na casa dos 35°C

O início do Verão, na próxima sexta-feira, 21, vai elevar a temperatura em Mogi Mirim e região. Segundo o Centro de Previsão de Tempo e Estudos Climáticos (CPTEC), órgão do governo federal, a temperatura máxima deve chegar a 35ºC a partir de sexta e se manter assim durante todo o final de semana.

Há a probabilidade de pancadas de chuva no período da tarde (90%) e a temperatura mínima deve ser de 22°C. Além disso, o CPTEC também emitiu um alerta sobre a possibilidade de chuvas intensas nesta terça-feira, 18, em uma faixa que vai do Sul ao Sudeste do país, incluindo Mogi Mirim e região.

O mês de novembro de 2018 já foi mais chuvoso do que a média histórica. Foram 292,3 milímetros de precipitação, segundo medição da Estação de Tratamento de Água de Mogi Mirim (ETA). A média é 147. Cerca de 30% de toda essa chuva caiu em apenas três dias, justamente os que antecederam o desabamento do muro de arrimo na Avenida Brasil e a abertura de uma cratera no canteiro central da Rodovia Nagib Chaib.

Verão chega elevando termômetros a 35°C, segundo previsões

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Mãe cursa o Ensino Médio junto com filho portador de Síndrome de Down

Flávio Magalhães

Quando Andrey Luiz Rocha nasceu, sua mãe Ivete Rocha não imaginava todos os aprendizados pelos quais teria que passar dali em diante. A maternidade já não era novidade, mas a Síndrome de Down, sim. “Passei dias chorando, por não saber o que fazer”, relembra. O amparo veio quando procurou a Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apae).

Com o auxílio da Apae, Ivete viu o filho crescer e se desenvolver. Em pouco mais de três anos, aquele ambiente já não era suficiente para Andrey. Ele precisava ir além. Foi, então, matriculado no ensino regular. Estudou na escola infantil do bairro do Tucura, frequentou o Ensino Fundamental nas Emebs “Geraldo Philomeno” e “Humberto Brasi”, na zona Norte. Quando chegou ao Ensino Médio, porém, surgiu outro desafio.

A rede estadual paulista de ensino não oferece em Mogi Mirim professores de apoio nos mesmos moldes das escolas municipais, o que sempre foi importante para o processo de aprendizado de Andrey. Foi quando Ivete decidiu cursar o Ensino Médio junto com o filho, na mesma classe. Para ajudá-lo, embora não para fazer o papel de uma professora auxiliar. Foi matriculada como aluna, de fato.

Ivete interrompeu os estudos antes de completar a antiga 8ª série (atual 9º ano). Recorreu ao Exame Nacional para Certificação de Competências de Jovens e Adultos (Encceja) para concluir o Ensino Fundamental. Poderia lançar mão da mesma ferramenta para obter o certificado de conclusão do Ensino Médio, no entanto, preferiu cursá-lo com Andrey, na escola “Ernani Calbucci”. O aprendizado foi em dobro.

“Tinha dia em que eu chorava por não conseguir aprender o conteúdo da sala de aula, mas eu não podia desistir, porque o meu objetivo era maior que o meu medo”, conta para a reportagem de A COMARCA. “E os professores também se esforçavam para ensinar para o Andrey, pesquisavam sobre, realmente abraçaram a causa”, afirma.

O caminho não foi fácil para Ivete. O choque de gerações pesou. Mas ela encontrava alento no próprio filho. “Ele é muito dedicado, não deixa nada para depois e tem uma alegria contagiante”, relata. “Tem uma luz maravilhosa, é um anjo que Deus enviou para que eu pudesse cuidar”, resume. E todo o esforço valeu a pena.

Neste ano, ambos se formam no Ensino Médio. A colação de grau é na próxima quarta-feira, 19. “É gratificante! Porque nunca pensei que fosse voltar a estudar”, diz Ivete. “A nossa luta não foi em vão, foi por nós e por outros que virão”, complementa, citando que o caso de Andrey servirá de modelo para futuros alunos com necessidades especiais que frequentem o ensino regular. “E eu jamais poderia desistir, sou vez e voz do meu filho. É uma missão”.

E Ivete não pretende parar. Aos 54 anos, foi aprovada para cursar a faculdade de Gastronomia na Unipinhal. Já Andrey, que gosta de esportes e música, deve praticar algum curso ou oficina nessas áreas em 2019. Ainda não está decidido. “Agora estamos de férias, vamos pensar nisso depois”, diz Ivete, aos risos.

Ivete, 54, e Andrey, 19, concluíram o Ensino Médio juntos


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PAT vai atender 1.040 candidatos para vagas na megaloja da Havan

Começou na segunda-feira, 10, o processo de seleção de candidatos para as vagas da megaloja que a Havan irá construir em Mogi Mirim, na avenida Pedro Botesi, à margem da rodovia SP-340 (Campinas – Mococa). O trabalho será concentrado no PAT (Posto de Atendimento ao Trabalhador), localizado na Avenida Professor Adib Chaib, 2250, no Espaço Cidadão.

Na sexta-feira, 7, os funcionários do PAT fizeram apenas o cadastro dos candidatos, agendando as entrevistas que estão sendo feitas desde de segunda-feira, 10. Neste dia, foram realizadas 80 entrevistas, sendo 40 no período da manhã e mais 40 durante a tarde. Já a partir de terça-feira, 11, as entrevistas serão realizadas em três turnos, aumentando o número para 120 atendimentos, o que deverá ocorrer até quinta-feira, 20, totalizando 1.040 pessoas cadastradas.

Concluída essa fase, o processo seletivo será encerrado. No entanto, os currículos impressos ainda poderão ser entregues no PAT (Posto de Atendimento ao Trabalhador). Todos serão encaminhados à Havan. Vale ressaltar que na terça-feira, o PAT já havia encerrado o período de agendamento de entrevistas.

As vagas disponíveis pela Havan são para líder de departamento, operador de caixa, auxiliar de vendas, visual merchandising, vendedor (eletro/eletrônico e serviços), conferente de estoque e fiscal de loja. Não foi informada a quantidade de vaga que será preenchida pela empresa. Os contratados terão uma série de benefícios, além de salário compatível com as funções, como vale-transporte e PPR (Programa de Participação nos Resultados).

Para concorrer a uma vaga na Havan de Mogi Mirim, é necessário que o candidato tenha disponibilidade para trabalhar nos fins de semana e também para realizar treinamento em outra filial da rede. Simpatia, dinamismo, iniciativa, vontade de trabalhar em equipe e disposição para o atendimento ao público são requisitos exigidos pela Havan para preencher as vagas.

A previsão de inauguração da megaloja guaçuana é para março de 2019, segundo divulgou o próprio presidente da empresa, Luciano Hang, em recente visita ao terreno que receberá o empreendimento. “Esta é uma conquista importante para o município, pois há um esforço, empenho contínuo para trazermos empregos e alavancarmos o desenvolvimento cada vez mais da cidade”, explicou o secretário de Governo, Danilo Zinetti.


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