Com mínima de 4° C, região tem o dia mais frio do ano

A região da Baixa Mogiana registrou nesta quinta-feira, dia 28, temperaturas na casa dos 4° C, as mais baixas deste ano. Foi o terceiro dia consecutivo de frio mais intenso, com os termômetros marcando mínimas abaixo dos 10° C.

A estação do Centro Integrado de Informações Agrometeorológicas  (Ciiagro) em Mogi Guaçu chegou a 4° C no início da manhã desta quinta. No mesmo horário, a estação de Itapira registrou 4,3 ° C. Na quarta-feira, as temperaturas foram parecidas: 4,6° C em Mogi Guaçu e 4,9° C em Itapira.

Na segunda-feira, dia 25, a região teve a tarde mais fria do ano até então. Os termômetros não passaram dos 16° C em Mogi Guaçu e em Itapira.

O avanço de uma frente fria pelo país é responsável pela forte queda das temperaturas nas regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste do Brasil, além de pontos do Acre e Rondônia. Também trouxe chuva para a Baixa Mogiana na madrugada do último sábado, dia 23, que antecedeu a queda de temperatura.

Dados do Centro de Previsão de Tempo e Estudos Climáticos (CPTec), do governo federal, indicam que as temperaturas mínimas devem subir gradativamente nos próximos dias, ficando novamente acima dos 10°C no início da próxima semana.

Mínimas ficaram abaixo dos 10° C pelo terceiro dia seguido (Foto: Fernanda Carvalho/FotosPublicas)

Ações do CT do Mogi Mirim e contra Simões têm novos peritos

Diego Ortiz

As ações envolvendo o pedido da anulação da transferência dos Centros de Treinamento (CTs) do Mogi Mirim para Rivaldo e a do ex-jogador cobrando uma dívida do empresário português Victor Simões, ex-vice-presidente na gestão de Luiz Oliveira, estão na fase de nomeação de novos peritos na análise de contas nos processos. As duas ações correm na 2ª Vara do Foro de Mogi Mirim e têm Fabiana Garcia Garibaldi como juíza.

Na ação dos CTs, que está em segredo de justiça, a juíza nomeou um novo perito. A perícia anterior, de Rodrigo Damásio de Oliveira, havia sido questionada pelo perito Thiago Musto, assistente técnico pericial representante dos autores da ação impetrada em 2015, pelos antigos associados Henrique Stort, Alceu Santos e Ivan Bonatti. Os autores haviam solicitado perícia para verificar a existência da dívida cobrada por Rivaldo e se sua criação decorreu de má-fé e dolosa gestão, com a comparação dos extratos de Rivaldo, sua esposa Eliza Ferreira e Mogi. A perícia foi solicitada após o ex-vice-presidente Wilson Bonetti denunciar que o ex-jogador recebeu cerca de R$ 3,4 milhões que deveriam ser do clube, o que foi rejeitado pelo perito.

Damásio considerou sem indícios de irregularidades as contas e descartou má fé na transferência dos CTs. Em dezembro de 2018, o advogado dos autores, Renato Franco de Campos, pediu uma nova perícia. Recentemente, a juíza nomeou um novo perito.

O mesmo perito confrontado no processo dos CTs, Damásio, teve seu trabalho questionado por Simões na ação em que é cobrado por Rivaldo, impetrada em 2016. A defesa de Victor, liderada pelo advogado Benedito Pereira, pediu nova perícia visando imparcialidade e transparência, pois entendeu que o perito foi tendencioso para Rivaldo. Damásio respondeu ter exercido tecnicamente a atividade.
No último dia 3 de abril, a Capital Administradora, nomeada pela juíza, indicou a Brasil Expert Análise Empresarial de Insolvência, empresa do Grupo Capital, com o perito Nilton Tavares. A Brasil apresentou o valor de honorários de R$ 73.788,75.

Em 13 de abril, Rivaldo, representado pelo advogado Betellen Dante, entrou com recurso de embargos de declaração contra a nomeação do novo perito, alegando não haver motivação para nova perícia. Frisou que o laudo apontou não existir irregularidades nos valores devidos a Rivaldo e assumidos por Victor. Lembrou que do total de R$ 17.170.271,33 devidos pelo Mogi, foram descontados R$ 6.870.000,00 relativos à transferência dos CTs, ficando um saldo de R$ 10.300.271,33, acrescidos de novos mútuos e juros, totalizando R$ 12.800.615,99. Para viabilizar a substituição da diretoria, ficou acordado um valor de R$ 10.900.000 a ser pago por Victor. Em 2017, quando a ação estava na 4ª Vara, a juíza Maria Raquel Neves determinou que o caso fosse julgado pela 2ª Vara e analisado junto com o processo dos CTs para evitar decisões conflitantes.

A Justiça apura se houve simulação no abatimento de R$ 6.870.000 da dívida com os CTS, considerando a alegação de que o valor de mercado dos imóveis seria de R$ 15 milhões. Victor alega outra simulação, apontando que Rivaldo fez empréstimos porque já pretendia se apropriar dos CTs. Outro ponto levantado por Simões é ser ilícito o objeto do contrato em que foi assumida a dívida, a alienação de uma associação sem fins lucrativos e, assim, o acordo deveria ser anulado. Rivaldo acusa má fé do português nos argumentos, alegando que o contrato visou transferir dívidas e a administração e não a venda do Mogi. Defende ainda que em avaliação, os dois CTS totalizariam R$ 5.555.250, mas o abatimento foi de R$ 6.870.000,00.

Na sexta-feira retrasada, a defesa de Victor colocou em petição considerar extorsivo o valor de R$ 73.788,75 dos honorários da nova perícia, apontando não ter condições para arcar com o total deste custo.

Os próximos trâmites processuais devem servir para encaminhar a definição da questão dos honorários periciais e a decisão judicial em relação aos embargos de declaração de Rivaldo.

Ação de antigos associados que busca a anulação da transferência dos Centros de Treinamento

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Comissão caduca e Samuel não passa por julgamento

Flávio Magalhães

O vereador Samuel Cavalcante (PL) se livrou do julgamento que poderia sofrer na Câmara Municipal, em razão dos trabalhos da Comissão Processante que apurava acusações de que o parlamentar praticava a “rachadinha”, isto é, apropriação de parte dos salários de assessores. Paralisada por uma decisão judicial, a comissão estourou o prazo de 90 dias e caducou, sem concluir as investigações.

Isso porque a Comissão Processante foi suspensa pela Justiça no dia 1º de abril, mas tinha prazo decadencial. Isso significa que os trabalhos teriam que ser concluídos, obrigatoriamente, no último dia 14. “Não existe como adiar ou suspender o prazo. Com isso [decisão judicial], infelizmente, os trabalhos da nossa comissão processante ficaram prejudicados”, explicou o vereador Jorge Setoguchi (PSD), que presidia as investigações.

A comissão, formada também por Maria Helena Scudeler de Barros (MDB) e Orivaldo Magalhães (PSDB), estava na fase de oitivas de testemunhas quando Samuel Cavalcante ingressou com um mandado de segurança na Justiça, com o pedido para suspensão dos trâmites. O vereador alegou que a Câmara Municipal não respeitou a proporcionalidade partidária na formação da comissão, como reza o Regimento Interno da Casa de Leis.

Na época em que o grupo foi formado, Magalhães estava no mesmo partido de Setoguchi. O entendimento da Câmara Municipal, na época, era de que o decreto-lei 201/67, que não menciona proporcionalidade partidária, estava acima do Regimento Interno. Não foi o que entendeu a juíza Fabiana Garcia Garibaldi, da 2ª Vara da Comarca de Mogi Mirim, que concedeu a liminar que paralisou os trabalhos que poderiam resultar na cassação do vereador do PL.

A Comissão Processante recorreu à 2ª Instância da Justiça. No entanto, a relatora Luciana Almeida Prado Brescian, da 2ª Câmara de Direito Público do Tribunal de Justiça, manteve a decisão da juíza local e disse haver indícios, sim, de irregularidade, “especialmente quanto à inobservância da proporcionalidade partidária para a formação da Comissão parlamentar”, o que poderia afetar a isenção do processo.

Sobre o prazo para a conclusão dos trabalhos da Comissão Processante, a magistrada ressaltou que tanto o decreto-lei 201/67 quanto o Regimento Interno da Câmara Municipal preveem a possibilidade de nova denúncia sobre os mesmos fatos quando ocorrer arquivamento do processo por falta de conclusão no prazo previsto de 90 dias.

RELEMBRE
Existiam duas denúncias contra Samuel Cavalcante. Na primeira delas, pela qual era investigado pela Comissão Processante, ele foi denunciado por suposta prática de “rachadinha”, isto é, apropriação de parte dos salários de seu ex-assessor parlamentar. Depois, foi acusado de possivelmente se utilizar de atestados médicos falsos para justificar ausências em sessões legislativas. Essa última ainda tramita na Comissão de Ética da Casa.

Para A COMARCA, um dos ex-assessores de Samuel confirmou que era coagido a entregar parte de seu salário a pedido do parlamentar, para quitar dívidas pessoais. “Eu tinha que passar o dinheiro para quem ele [Samuel] devia”, afirmou. O ex-assessor estimou que entregou cerca de R$ 2 mil por mês. O salário de um assessor parlamentar da Câmara Municipal de Mogi Mirim é de aproximadamente R$ 4,5 mil.

Questionado, o ex-assessor disse ainda que a “rachadinha” era tratada particularmente com o vereador e que a entrega de parte do salário era em "dinheiro vivo". Por isso, não há registro em texto ou áudio em aplicativos de mensagens que possa servir de prova material, tampouco depósitos ou extratos bancários que possam rastrear as movimentações financeiras.

Além do esquema de “rachadinha”, o ex-assessor relatou que Samuel utilizava o cargo comissionado de assessor parlamentar como uma espécie de moeda de troca para acertar dívidas pessoais. “Ele [vereador] não podia me mandar embora, porque trabalhei na campanha pra ele, era nosso acordo. Mas ele não respeitou isso, me mandou embora pra pagar dívida pessoal dele”, declarou o ex-assessor, que pediu para ter a identidade preservada.

Logo quando surgiu a denúncia, o vereador demonstrou “profunda indignação” com o que chamou de “acusações infundadas, sem identidade e qualquer meio de provas”. Também minimizou acusações que possam partir de seus ex-assessores, afirmando que são “parciais” e realizadas como forma de retaliação pelo fato de terem sido exonerados.

“O vereador continuará a sua missão de luta pela cidade de Mogi Mirim e, sob o princípio da ética e da moral, se porventura não achar viável a continuidade do trabalho de seus assessores, não temerá em exonerá-los, com receio de sofrer retaliações imorais como esta que se insurge, pois sempre estará em constante busca da excelência em servir à população mogimiriana”, declarou em nota oficial, na época.

Vereador apontou que Comissão Processante não respeitou proporcionalidade partidária (Foto: Arquivo/A COMARCA)


Morre Vadão, o pai do Carrossel Caipira

Diego Ortiz

Criador do Carrossel Caipira, o técnico Oswaldo Alvarez, o Vadão, de 63 anos, morreu nesta segunda-feira, vítima de complicações de um câncer. O treinador estava internado, em estado grave, na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Albert Einstein, em São Paulo. A assessoria de imprensa do hospital confirmou o falecimento à reportagem de A COMARCA.

Desde o início de 2020, Vadão tratava da doença, passou por sessões de quimioterapia e teve evoluções no quadro de saúde, mas, recentemente, o quadro se agravou. O tratamento era realizado em Campinas, mas o técnico veio para São Paulo depois de sofrer complicações.

Vadão estava sem emprego desde julho de 2019, quando foi demitido da seleção brasileira feminina, após a Copa do Mundo, em que o Brasil foi eliminado pela França nas oitavas de final.

A carreira de treinador foi iniciada no Mogi Mirim, depois de ter sido preparador físico. A primeira oportunidade como técnico veio em 1991, quando assumiu como interino depois da demissão de Pedro Rocha. Em seguida, Geraldo Duarte chegou para ser o novo treinador, mas a passagem durou pouco e Vadão reassumiu o time até o final do Campeonato Paulista. O ano de 1992 foi o primeiro como treinador efetivado desde o início da temporada e marcou a criação do Carrossel Caipira, com um time responsável por chamar a atenção do país com um sistema tático ousado, com trocas de posições frequente entre os jogadores no esquema 3-5-2, além da revelação de diversos talentos como Válber, Rivaldo, Leto e Capone. Com este time, o Sapo foi campeão do Grupo A-2 da Primeira Divisão do Campeonato Paulista. No mesmo ano, venceu a Copa 90 Anos da Federação Paulista de Futebol. Em 1993, conquistou o Torneio Ricardo Teixeira e foi vice-campeão do Torneio João Havelange.

O treinador permaneceu no Mogi até dezembro de 1994. Em janeiro de 1995, Vadão assumiu o Guarani. A segunda passagem pelo Mogi foi entre maio de 1996 e setembro de 1997. Como preparador físico do Sapo, função em que começou a desempenhar na Portuguesa, em 1983, Vadão teve três passagens. A primeira foi entre 1985 a 1987, época em que o Mogi conquistou o acesso à Primeira Divisão, disputada pela primeira vez pelo clube em 1986. A segunda passagem foi em 1988 e a terceira, de 1989 a 1992. No intervalo destes trabalhos, passou pelo Bragantino, Sporting Barranquila, da Colômbia, e América-SP.

CONQUISTAS
Vadão coleciona conquistas como treinador. Pelo XV de Piracicaba, foi campeão brasileiro da Série C em 1995. Em 2000, foi campeão do Torneio Seletivo para a Libertadores com o Atlético-PR. Em 2001, pelo São Paulo, lançou Kaká para o futebol profissional e conquistou o Rio São Paulo. Em 2007, com o Vitória-BA, garantiu o acesso à Primeira Divisão do Brasileiro. Em 2009, garantiu outro acesso, com o vice da Série B do Brasileiro com o Guarani. Ainda pelo Bugre, foi vice-campeão do Campeonato Paulista em 2012, quando foi eleito o melhor treinador da competição. Uma marca importante é nunca ter sido derrotado em um derby campineiro em nove jogos disputados, cinco pelo Guarani e quatro pela Macaca.  Em 2013, foi campeão catarinense pelo Criciúma.

Em sua primeira passagem pela seleção brasileira feminina, conquistou diversos títulos. Em 2014, faturou a Copa América. Em 2015, foi ouro no Pan-Americano. Conquistou o Torneio Internacional em 2014 e 2015. Em 2016, ano em que a seleção ficou na quarta colocação das Olimpíadas do Rio de Janeiro, ficou no Top 10 da Fifa dos melhores treinadores de Futebol Feminino do Mundo, na sexta colocação. Voltou à seleção em setembro de 2017 e foi demitido após a Copa do Mundo do ano passado. Em 2018, faturou a Copa América e ficou em sétimo no Top 10 da Fifa.

Pela seleção brasileira feminina, conquistou diversos títulos (Foto: Divulgação/CBF)

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Com nova frente fria, mínima pode cair para 8° nos próximos dias

Nesta quinta-feira, dia 21, uma nova frente fria deve se formar entre o Sul do Brasil, Uruguai e Argentina, avançando pelo país. Depois das regiões Sul e Sudeste, deve chegar ao Centro-Oeste e Norte do Brasil, o que caracterizará um novo evento de friagem, segundo o Centro de Previsão de Tempo e Estudos Climáticos (CPTec), do governo federal.

De acordo com o órgão governamental, a frente fria trará chuvas, principalmente para a Região Sul do Brasil, e ventos intensos, associados à baixa pressão. Nas demais regiões, também haverá aumento de nuvens e chuva, porém com menor intensidade. A previsão é de chuva para Mogi Mirim neste sábado, dia 23.

O CPTec frisou ainda que a queda de temperatura associada a esta frente fria será significativa. Em Mogi Mirim, os termômetros podem despencar para 9° no domingo e 8° na segunda-feira. O início da próxima semana deve propiciar condições para a formação de geada na região da Serra da Mantiqueira.

A Defesa Civil do Estado de São Paulo emitiu um alerta de temperaturas baixas entre sábado e segunda-feira. As regiões da Serra da Mantiqueira e Campinas, dentre outras, podem registrar sensação térmica entre 0 e 7º.

Em época de temperaturas baixas, a Defesa Civil ressalta que é importante que crianças e idosos sejam bem agasalhados, pois são os grupos mais suscetíveis. A hidratação é outra preocupação. A orientação é beber água mesmo com menos sede, para evitar ressecamento de pele e lábios.

Sensação térmica pode ficar entre 0 e 7º (Foto: Arquivo/A COMARCA)

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Ex-vice-prefeito de Conchal é roubado e carro é abandonado em Mogi Mirim

Um roubo acontecido na tarde de quarta-feira, 20, em Conchal, terminou com um carro abandonado em Mogi Mirim e a suspeita de que os bandidos também sejam da cidade. A vítima foi o ex-vice-prefeito de Conchal, Marcos Roberto de Oliveira, o Marquinho Gato Bill.

A casa dele foi invadida, no início da tarde, por três homens armados que renderam a esposa e os filhos. Por volta das 13h, o ex-vice-prefeito voltava para a casa e também foi surpreendido pelos assaltantes, que chegaram em uma picape Chevrolet Montana.

Sempre ameaçando a família, que já estava amarrada, os bandidos vasculharam a casa e roubaram jóias, eletroeletrônicos, seis bicicletas, dentre outros objetos de valor. Pouco depois, o bando fugiu do local levando ainda a perua Hilux SW4 branca de Gato Bill, que serviu para transportar o produto do roubo.

Quando conseguiu se desamarrar, Gato Bill acionou a Guarda Civil Municipal (GCM), que obteve a informação que o bando estava retornando a Mogi Mirim. Iniciou-se, então, um a perseguição pela SP-191. Em um congestionamento causado por obras na pista dessa rodovia, os marginais chegaram a trafegar pelo acostamento para escapar do engarrafamento e despistar os policiais.

Quando chegaram em Mogi Mirim, o sistema de câmeras conhecido como “muralha eletrônica”, da GCM local, detectou a passagem da Hilux e da Montana entrando na cidade pelo trevo da Santa Cruz. Minutos depois, a SW4 de Gato Bill foi encontrada abandonada e vazia, nas proximidades da Unidade de Pronto Atendimento (UPA) da Zona Leste.

O ex-vice-prefeito chegou a ir à Central de Polícia Judiciária (CPJ) para lavrar um boletim de ocorrência, mas foi informado que esse documento deveria ser elaborado em Conchal, onde se originou o crime.

Ainda na noite de quarta-feira, uma queixa de furto de uma Montana foi registrada na CPJ de Mogi Mirim. O veículo tem as mesmas características do carro usado no roubo em Conchal. Até o momento, a polícia não tem pistas dos assaltantes.

Marquinho Gato Bill foi eleito vice-prefeito de Conchal em 2012, na chapa de Valdeci Lourenço. Antes disso, exerceu o cargo de vereador no município. Nas eleições de 2016, disputou a prefeitura de Conchal, ficando em terceiro lugar.


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Mogi Mirim tem primeira morte por Covid-19; vítima tinha 84 anos

A Prefeitura de Mogi Mirim informou na noite desta quarta-feira, dia 20, a primeira morte em decorrência do novo coronavírus na cidade. A vítima é uma idosa de 84 anos de idade, que estava internada na Santa Casa de Misericórdia desde sábado, dia 16.

A mulher foi diagnosticada com Covid-19 no último dia 12 de maio. A situação clínica da idosa foi agravada em decorrência de comorbidades, segundo informou a Secretaria Municipal de Saúde. A vítima era residente de uma Instituição de Longa Permanência para Idosos (ILPI) do município, que não teve o nome revelado até o momento.

Seguindo os protocolos estabelecidos pelo Ministério da Saúde, a Vigilância em Saúde realiza todas as recomendações às ILPIs referentes ao procedimento do enterro, dentre as quais, a entrega uma nota técnica regulamentada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) desde o início dos casos de Covid-19 no Brasil. Seguindo o protocolo, não haverá velório.


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