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Estádio do Mogi volta a se chamar “Vail Chaves”

Após quase 25 anos, o estádio do Mogi Mirim Esporte Clube (MMEC) voltará a se chamar “Vail Chaves”. A modificação foi confirmada pela diretoria do clube e a troca dos letreiros na fachada do estádio deve ocorrer nas próximas semanas. A mudança de nome era um desejo de grande parte da torcida do Sapo.

“Precisamos resgatar as origem do clube”, destacou o presidente do Mogi, Luiz Henrique de Oliveira. Desde 2008, a casa do Sapão da Mogiana era conhecida pelo nome de “Romildo Vitor Gomes Ferreira”, mudança imposta pelo ex-presidente Rivaldo Ferreira, que ao assumir a gestão do clube decidiu batizar o estádio com o nome de seu próprio pai. Essa será a quarta troca de nome na história do estádio.

Estádio do Mogi Mirim voltará a se chamar “Vail Chaves”, atendendo aos torcedores (Foto: Marcelo Gotti/MMEC)

O primeiro gramado do então Sport Club Mogy Mirim foi na Rua José Bonifácio, onde hoje está a praça Francisco Alves. Na década de 1930, o campo mudou de endereço. Foi para o terreno onde atualmente funciona a Santa Casa de Misericórdia. Somente então começou o processo de mudança para a Rua Professor Ferreira Lima. Isso porque, em agosto de 1937, surgiu o impasse com o proprietário do terreno onde se localizava o estádio até então, onde seria erguido o hospital.

Na época, foram feitos contatos com o gerente da empresa de água e luz, sr. Vail Chaves, por ele ter se disposto a ceder uma área para construção de um novo estádio. Foi nessa ocasião que A COMARCA sugeriu que seu nome fosse dado ao estádio como forma de reconhecimento. O novo campo, portanto, foi batizado como Praça de Esportes “Vail Chaves”.

O nome permaneceu até 07 de julho de 1991, com a inauguração do estádio “Wilson Fernandes de Barros”, com arquibancadas de concreto e aproximadamente 23 mil lugares. A troca no nome foi em homenagem ao então presidente do clube que investiu na ampliação e modernização do campo do MMEC. Anos mais tarde, por motivos pessoais, Barros mudou o nome do local para “Papa João Paulo II”, que permaneceu até 2008.

Por Flávio Magalhães

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