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MMEC tem telefone e energia cortados, diz jornalista

O Mogi Mirim Esporte Clube (MMEC) teve suas linhas telefônicas cortadas e parte do estádio está sem fornecimento de energia elétrica, tudo isso por falta de pagamento. A informação é do jornalista Geraldo Bertanha, o Gebê, que revelou a notícia em suas redes sociais na última quarta-feira, 30.

A reportagem de A COMARCA tentou entrar em contato com o clube, mas o telefone fixo do estádio Vail Chaves, de fato, está “temporariamente programado para não receber chamadas”, segundo a operadora. Através de outras mídias, não houve retorno por parte do Mogi Mirim para confirmar, desmentir ou explicar a situação.

Para Gebê, o Sapão da Mogiana atravessa a sua “pior crise administrativa e financeira” desde que foi reorganizado, em 1932. “A atual diretoria não consegue honrar com seus compromissos e o clube está praticamente falido. As dívidas com todos os segmentos de fornecedores crescem a cada dia”, relatou o jornalista.

Em assembleia extraordinária realizada na semana passada, o próprio presidente do MMEC, Luiz Henrique de Oliveira, disse que a equipe se encontra em grave crise financeira. “O clube é deficitário”, fez questão de ressaltar.

O presidente do Sapo justificou as demissões de diversos funcionários administrativos como forma de enxugar a folha de pagamento. Disse que honrou todos os compromissos trabalhistas e que os sucessivos rebaixamentos do time acertaram em cheio as receitas do clube. Além disso, o estádio precisa de reformas estruturais e da troca do gramado.

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