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Sindicato suspende greve na Santa Casa que ocorreria nesta quarta-feira

O Sindicato dos Profissionais de Saúde de Campinas e Região (Sinsaúde) suspendeu a greve que estava marcada para acontecer nesta quarta-feira, 7, na Santa Casa de Mogi Mirim. Durante uma reunião realizada na manhã de terça-feira, 6, na Câmara Municipal, entre representantes do sindicato, funcionários do hospital e vereadores, a categoria decidiu adiar a paralisação.

A reunião foi intermediada pela presidente da Câmara, Sônia Módena (Cidadania), e contou a presença de diversos parlamentares, entre eles João Victor Gasparini (DEM), Lúcia Tenório (Cidadania), Tiago Costa (MDB), Mara Choquetta (PSB), Ademir Júnior (REP), Marcos Paulo Cegatti (PSD) e Dirceu Paulino (SD). Representantes do Jurídico da Prefeitura também participaram.

Segundo informações dos vereadores presentes ao encontro, uma contraproposta da Prefeitura é aguardada até o próximo dia 22. Durante o encontro, foram analisadas todas as reivindicações dos funcionários da Santa Casa, sendo as mais importantes o abono de R$ 500, a equiparação da cesta básica com os servidores municipais e melhores condições de trabalho.

Gasparini, Mara e Lúcia já estavam em contato com a categoria e com o Sinsaúde desde a última sexta-feira, 2, quando tomaram ciência da situação. Ainda durante a reunião da Câmara, um ofício assinado pelos 17 vereadores e endereçado ao prefeito Paulo Silva (PDT) pede a apresentação de uma contraproposta aos servidores daquele hospital.

Os vereadores também se dispuseram a ajudar o Executivo com emendas impositivas que poderiam ser reorientadas para ajudar os servidores da Santa Casa. A diretora do Sinsaúde e responsável pelo posto de atendimento de Mogi Guaçu, Isilda Choquetta, afirmou que só com a ameaça de greve é que canais de comunicação foram abertos com a Santa Casa e Prefeitura. 

Ela salientou que a categoria vai aguardar até o dia 22 para saber se há uma contraproposta. Porém, adianta que os funcionários não aceitam sair dessas negociações de mãos vazias e que caso isso aconteça, uma nova grave deve ser planejada ainda para o mês de julho. 

JUSTIÇA
Na semana passada, o prefeito Paulo Silva ameaçou ir à Justiça caso a greve fosse levada adiante pelo Sinsaúde. Ele alega que, pela lei complementar 173, quaisquer reajustes de servidores estão suspensos até o final de 2021. “Eu achei que eles tivessem entendido, mas resolveram trilhar o caminho da ilegalidade”, afirmou o prefeito, na ocasião.

Categoria vai aguardar até o dia 22 para saber se há uma contraproposta da Prefeitura (Foto: Arquivo/Divulgação)

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