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Volta presencial às aulas nas escolas municipais será no dia 16 de agosto

Quase seis mil alunos da rede municipal de ensino poderão retornar às aulas presenciais a partir do próximo dia 16. O anúncio foi feito na manhã desta sexta-feira, 6, pelo prefeito Paulo Silva (PDT) e pela secretária de Educação, Ana Lúcia Bueno Peruchi. A capacidade das salas de aula será de 50%, com os alunos frequentando aulas presenciais, semana sim, semana não.

Paulo Silva disse que a volta às aulas foi garantida pela melhor condição sanitária da cidade e que o retorno dos alunos às escolas será feito com a máxima segurança. Já a secretária de Educação afirmou que estava feliz e emocionada em anunciar o retorno das aulas presenciais. “Fizemos um grande plano para a volta às aulas com nossa equipe pedagógica, administrativa e em parceria com a Secretaria da Saúde”, relatou.

O decreto determinando o retorno das aulas presenciais deve ser publicado na edição deste sábado do Jornal Oficial de Mogi Mirim. No mesmo decreto, o prefeito determinará o retorno de todos os servidores da Secretaria de Educação a partir desta segunda-feira, dia 9.

Ana Lúcia disse que foram feitas reuniões com diretores de escolas para garantir os protocolos sanitários para todas as Escolas Municipais de Ensino Básico (Emebs). “Hoje, todas as unidades são providas de toten de álcool, termômetro, máscaras e até faceshield doadas pela empresa Cortag”, disse.

Ela destacou ainda que dos 1.344 funcionários da Educação, 963 já tomaram as duas doses da vacina contra a Covid-19. Além de todos esses cuidados, os motoristas que fazem o transporte de alunos também foram orientados sobre os cuidados com a higiene e em todas as escolas haverá uma sala reservada ao acolhimento de crianças que apresentarem febre ou qualquer outro sintoma da Covid-19. 

A secretária de Educação revelou ainda que pesquisas preliminares com pais de alunos em três escolas revelaram que aproximadamente 80% deles são favoráveis ao retorno às aulas presenciais. Outras escolas também estão realizando o mesmo levantamento. No entanto, Ana Lúcia disse que os pais não são obrigados a enviarem os filhos às escolas, se não sentirem que estão seguros. 

Contudo, terão que assinar um termo de compromisso de retirada do material didático e exercícios que serão fornecidos às crianças que optarem por ficar em casa. A Secretaria de Educação também já começou a distribuição da merenda para as Emebs e as crianças em situação de vulnerabilidade estarão autorizadas a frequentar diariamente as escolas. 

Por fim, Ana Lúcia elogiou o esforço de diretores, professores e demais funcionários da Educação pelo empenho neste período de pandemia. Ela citou, como exemplo, a dedicação dos professores nas aulas on-line. “Eles tiveram que se superar, reinventar-se e se atualizar para vivenciar essa situação de emergência”, externou. 

Também presente à coletiva, a coordenadora da Vigilância em Saúde, Vivian Delalibera, garantiu que todas as escolas estão aptas a receber os alunos e passaram por inspeção desse órgão. “Todos os protocolos sanitários foram cumpridos e aprovados”, acrescentou.

Ela comentou que a volta às aulas por parte das escolas particulares e da rede estadual, serviram de parâmetro para o protocolo local. “Vimos que não houve aumento de contágio, mas em todo caso, estaremos acompanhando os alunos, inclusive com testagem para Covid-19”, ressaltou. 

CRECHES
Diferentemente das Emebs, os Centros Educacionais Municipais de Primeira Infância (Cempis) não retornam ao ensino presencial. Na avaliação da Prefeitura, essas unidades oferecem risco maior de contaminação, devido a proximidade de contato e ao fato de crianças menores não usarem máscaras de proteção. O retorno pode ocorrer no mês de setembro, mas será possível apenas com o avanço da vacinação e um maior controle da pandemia.

Escolas municipais retomam aulas presenciais no próximo dia 16 (Foto: Arquivo/Divulgação)

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