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Greve dos caminhoneiros gera corrida aos postos de combustível

Os bloqueios e manifestações realizados por caminhoneiros pelo Brasil, em apoio ao presidente Jair Bolsonaro, causou apreensão sobre uma possível crise de desabastecimento. Em Mogi Mirim, nesta quinta-feira, motoristas fizeram filas para abastecer seus veículos em diversos postos de combustíveis da cidade.

Segundo os frentistas ouvidos por A COMARCA, a movimentação intensa começou logo pela manhã. Alguns motoristas contaram que receberam pelo WhatsApp informações sobre uma provável crise de desabastecimento nos próximos dias, como consequência da greve dos caminhoneiros. Outros, decidiram abastecer após observarem a alta procura nos postos.

Ainda pela manhã, alguns motoristas chegaram a ficar de uma a duas horas nas filas de um dos postos mais movimentados da cidade, na zona Oeste. No início da tarde, o tempo de espera médio era de 40 a 50 minutos no mesmo posto. Em muitos casos, além de completar o tanque, os consumidores também enchiam galões com combustível.

PARALISAÇÃO
Na noite de ontem, 8, Bolsonaro divulgou áudio pedindo aos seus apoiadores que liberassem as pistas. “Fala para os caminhoneiros, que são nossos aliados, que esses bloqueios atrapalham nossa economia. Isso provoca desabastecimento e inflação. Prejudica todo mundo, em especial os mais pobres. Dá um toque para os caras, para liberar, para a gente seguir a normalidade”, disse o presidente.

A Polícia Rodoviária Federal (PRF) informou na tarde de hoje, 9, ter liberado 35 pontos de bloqueio e manifestações nas rodovias do país. Esses pontos incluem bloqueio parcial, bloqueio total e concentrações de manifestantes. Segundo a corporação, 2 mil policiais e cinco aeronaves trabalham para liberar as estradas bloqueadas por caminhoneiros.

Ainda pela manhã, alguns motoristas chegaram a ficar de uma a duas horas nas filas de um dos postos mais movimentados da cidade, na zona Oeste (Foto: A COMARCA)

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