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Dona das marcas Chamex e Chamequinho, International Paper muda nome para Sylvamo

Com foco na produção de papéis para imprimir e escrever, a International Paper torna-se uma empresa independente, chamada Sylvamo. Segundo a empresa, dona das marcas Chamex e Chamequinho, o novo nome fala sobre a conexão da empresa com as árvores. Sylvamo combina as palavras latinas para floresta, "silva", e amor, "amo", que tem como significado único o "amor pelas florestas".

A mudança vai além da marca. Como uma empresa autônoma, a Sylvamo terá maior flexibilidade estratégica. E o Brasil conquista uma relevância ainda maior na estratégia global da companhia. São cerca de 3 mil profissionais empregados nas fábricas de Mogi Guaçu, Luiz Antônio (SP) e Três Lagoas (MS), que produzem mais de 1 milhão de toneladas de papel não revestido por ano, além de mais de 100 mil hectares de florestas de eucalipto e vegetação nativa no Estado de São Paulo, que fornecem uma fonte sustentável de fibra de madeira de alta qualidade.

"Acreditamos que o compromisso do papel é educar, comunicar e entreter. O papel nos conecta e possui um vínculo duradouro com os recursos naturais renováveis", afirma o mogimiriano Rodrigo Davoli, presidente da Sylvamo para a América Latina e vice-presidente global da companhia. "Nosso propósito é produzir o papel que as pessoas precisam de maneira responsável e sustentável", conclui.

"Para ser a empresa de papel do mundo, como melhor empregador, fornecedor e investimento, a Sylvamo estabeleceu sua estratégia de negócio com foco em três frentes principais: excelência comercial, excelência operacional e disciplina financeira. A combinação destes elementos tem ajudado a Sylvamo a alcançar seus objetivos e a alavancar seu crescimento com responsabilidade, agilidade e baixo custo", explica o material enviado à imprensa.

A Sylvamo também iniciou a negociação de suas ações na bolsa de Nova Iorque (NYSE: SLVM). Com sede global em Memphis, Tennessee, a empresa emprega mais de 7 mil profissionais e possui sete fábricas, seis delas totalmente integradas, que produzem 2,8 milhões de toneladas de papel não revestido e 580 mil toneladas de celulose de mercado e atendem mais de 600 clientes em todo o mundo.

Com a reformulação de sua identidade institucional, a Sylvamo também fortalece a já consistente estratégia da companhia. "O futuro do papel merece uma empresa comprometida com o sucesso de todo o ecossistema: das florestas que amamos e comunidades em que vivemos àqueles que confiam em nosso papel", celebra Davoli.

Fábrica de Mogi Guaçu é uma das três existentes no Brasil; ao todo, as unidades empregam 3 mil pessoas (Foto: Arquivo/Divulgação)

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