A Comarca

Morre ‘Nelsão Cicatriz’, uma lenda da polícia mogimiriana

Morreu na manhã desta quinta-feira, dia 3, o guarda civil municipal Nelson de Jesus Correa, mais conhecido como “Nelsão Cicatriz”. Segundo informações, ele estava internado e faleceu em virtude de complicações causadas pela Covid-19. Nelson tinha 66 anos de idade e era um dos GCMs mais antigos de Mogi Mirim ainda em atividade. Ele ingressou na corporação em 1982, mas ficou pouco tempo na GCM. Ainda em meados dos anos 1980, foi requisitado para atuar na Polícia Civil de Mogi Mirim, onde trabalhou em vários setores, inclusive no Setor de Investigações Gerais (SIG). Foi o “fiel escudeiro” de vários delegados, como Alcides Carmona, Renato Studart Lopes, Benedito Santana Franco Ortiz, dentre outros. Natural de Guaxupé (MG), Nelson veio muito cedo para Mogi Mirim. O apelido Cicatriz é por causa de um ferimento que deixou marcas em seu rosto e na cabeça, causado por um acidente ainda na infância na cidade mineira, quando foi atropelado por um trem. Costumava brincar que nem isso foi suficiente para matá-lo. Também nos tempos em que trabalhou na Polícia Civil, foi baleado e sobreviveu. Por causa de sua fama de “durão”, era temido e respeitado pela bandidagem. “Uma época ele até chegou a chefiar o setor de investigações”, orgulha-se o filho Leandro Rodrigues Correa, que também é guarda civil municipal, atuando na Ronda Ostensiva Municipal (Romu) Nelsão casou-se com Egídia Correa, falecida em 2020. Ele deixa sete filhos, 15 netos e cinco bisnetos. “Ele foi meu ídolo e me inspiro nele todos os dias”, finalizou Leandro Correa.
Foto: Adriano Polettini/O Popular
Share on facebook
Share on twitter
Share on whatsapp
Veja mais
Confira mais notícias
Edições semanais
EDITORIAL
Capa Nelson Theodoro

Siga a comarca nas redes sociais

site_mobile_menu

Siga A Comarca

Share on facebook
Share on twitter
Share on linkedin
Share on whatsapp