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Prefeito de Mogi Mirim anuncia 100 novas casas para a região da zona Leste

O prefeito Paulo Silva (PDT) enviou à Câmara Municipal, nesta segunda-feira, 14, um projeto de lei para viabilizar a construção de 100 novas moradias populares por intermédio da Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano do Estado de São Paulo (CDHU), órgão responsável pela construção de casas populares do governo paulista.

O projeto de lei mencionado em questão permitirá a doação de uma área pública de aproximadamente 50 mil m², localizada na zona Leste da cidade, nas proximidades do Núcleo Integrado de Atividade Social (Nias). Paulo Silva revelou que já existe um convênio firmado junto à CDHU, desde 2020, pelo ex-prefeito Carlos Nelson Bueno (PSDB), para a construção destas unidades, dentro do programa Nossa Casa. A iniciativa, segundo ele, esbarrava na falta de um terreno para abrigar o empreendimento.

Paulo Silva durante visita à área que vai receber o novo empreendimento na zona Leste (Foto: A COMARCA)

Desde que tomou posse, em 2021, Paulo Silva vem trabalhando para viabilizar a implantação deste conjunto habitacional, encontrando agora a área que, ao seu modo de ver, preenche todas as necessidades. O passo seguinte é a aprovação pela Câmara Municipal da doação da área para a CDHU. Conforme cláusula do convênio assinado na gestão passada, sua execução deve ocorrer, no máximo, em 48 meses a partir da assinatura, firmada em 25 de junho de 2020.

Paulo Silva disse para A COMARCA que tem recebido ajuda do deputado estadual Barros Munhoz (PSDB) nas tratativas com autoridades do governo de São Paulo para dar andamento às necessidades do município na área habitacional. Segundo ele, recentemente, ambos estiveram em São Paulo, onde foram recebidos por Fernando Marangoni, secretário executivo de Habitação, o qual teria se mostrado bastante receptivo às demandas que lhe foram encaminhadas.

Projetos
O atual prefeito anunciou ainda que este será o primeiro de três projetos da área habitacional que pretende viabilizar ainda neste semestre. Os outros dois, segundo revelou, terão recursos do próprio município: um em Martim Francisco, também em área pública municipal com potencial para receber 100 casas, e outro em uma área que ainda está em estudo e que será objeto de ação desapropriatória, com potencial para a construção de até 200 novas casas populares.

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