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No 8º dia, greve dos servidores recebe apoio de sindicatos de outras cidades

A greve dos servidores públicos municipais de Mogi Mirim chegou ao 8º dia nesta terça-feira, dia 5. Novamente, pela manhã, os grevistas se reuniram na Estação Educação, sede do governo Paulo Silva (PDT), apesar de o prefeito não estar despachando de lá nos últimos dias.

Desta vez, o movimento ganhou apoio de sindicalistas de outras cidades. Marcaram presença o presidente da Federação dos Funcionários Públicos Municipais do estado de São Paulo (Fupesp), Damázio Morais de Sena, o advogado da Fupesp, Alysson Senna, o presidente do sindicato dos servidores de Bragança Paulista, Carlos Alberto, o tesoureiro do sindicato dos servidores de Bragança Paulista, Benedito Domingues, o presidente do sindicato dos servidores de Várzea Paulista, Sérgio Oliveira Júnior, e o presidente do sindicato dos servidores de Campo Limpo Paulista, José Henrique.

Os sindicalistas fizeram uma série de críticas ao prefeito Paulo Silva e classificaram como “humilhação” a proposta de 2% de reajuste. Relataram que, em seus municípios, as negociações de recomposição salarial variaram de 7%, no caso de Várzea Paulista, a até 21%, caso de Bragança Paulista.

Em seguida, uma nova passeata foi organizada pelas ruas centrais de Mogi Mirim. Os trabalhadores em greve voltam a se reunir amanhã, quarta-feira, quando devem realizar uma assembleia para analisar uma contraproposta da Prefeitura realizada durante audiência de conciliação de hoje: aumento no cartão alimentação de R$ 300 para R$ 350.

Sindicalistas de Bragança Paulista, Várzea Paulista e Campo Limpo Paulista estiveram em Mogi Mirim na manhã desta terça (Foto: A COMARCA)
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