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Creches podem fechar a partir de segunda, caso greve dos servidores continue

Se não houver acordo entre a Prefeitura e os servidores municipais em greve, os Centros Educacionais Municipais de Primeira Infância (Cempis) podem ser afetados mais uma vez, já a partir da próxima segunda-feira, dia 11.

Isso porque o setor de Educação não foi considerado como essencial pelo Tribunal Regional do Trabalho da 15ª Região (TRT-15) e, por isso, não há necessidade de se manter nas escolas e creches da rede municipal um percentual mínimo de servidores trabalhando.

A área da Educação foi justamente a que teve uma das maiores adesões de grevistas, desde o início do movimento, na semana passada. Nos primeiros dias de paralisação, a rede municipal de ensino registrou que a maioria das escolas e creches parou de funcionar total ou parcialmente.

Diante desse cenário, o TRT-15 chegou a recomendar que fosse mantido o percentual mínimo de 30% de trabalhadores nas áreas de Saúde e Educação, o que começou a ser cumprido na segunda-feira, dia 4, pelo Sindicato dos Servidores Públicos Municipais (Sinsep).

No entanto, a Prefeitura ingressou na Justiça alegando que a greve da categoria era abusiva. Foi quando o desembargador decidiu por manter o entendimento de que a Saúde é um serviço essencial, mas permitiu que os servidores da Educação possam aderir integralmente ao movimento grevista, desde que o funcionamento das creches seja mantido até a próxima sexta-feira, 8. Ou seja, os Cempis podem deixar de funcionar a partir de segunda-feira, caso a greve persista até lá e haja novamente a adesão dos funcionários dessas unidades.

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