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Servidores em greve devem elaborar contraproposta à Prefeitura

Os servidores públicos municipais em greve devem apresentar uma contraproposta ao governo Paulo Silva (PDT), com o objetivo de chegar a um acordo e encerrar o movimento. A paralisação, que atinge cerca de 20% do funcionalismo, segundo a própria Prefeitura, completou duas semanas nesta segunda-feira, 11.

Mais uma vez, como tem sido desde o início do movimento, os grevistas se reuniram na Estação Educação, logo pela manhã. O presidente do Sindicato dos Servidores Públicos Municipais (Sinsep), David Barone, e o advogado Alison Silva solicitaram a presença de representantes da cada setor na sede da entidade.

Segundo Barone explicou para a reportagem de A COMARCA, a ideia de elaboração de uma contraproposta partiu dos próprios servidores. A pauta deve ser apresentada aos demais na manhã de terça-feira, 12, para votação e, somente depois de aprovada, será encaminhada ao Poder Executivo.

A categoria reivindica 11,09% de reajuste, sendo 6,09% de recomposição salarial e mais 5% de aumento real. Outras pautas aprovadas em assembleias foram atendidas pela Prefeitura neste ano, como a instituição do cartão alimentação no valor de R$ 300 e o aumento da gratuidade da cesta básica para as menores faixas salariais. No entanto, o maior ponto de discordância é o índice de reajuste de 2%.

Com a concessão do cartão alimentação, do passe de transporte público para as faixas salariais mais baixas, do aumento da isenção da cesta básica para quem ganha até R$ 3.000 e com o reajuste geral de 2%, a Prefeitura estima um investimento de R$ 22 milhões ao ano.

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