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Homem agride mulher e guarda municipal e acaba baleado

Após agredir a mulher e um guarda civil municipal (GCM), além de bater uma caminhonete, um homem só foi contido após ser baleado nas pernas, em ocorrência na noite de domingo, 10, no distrito de Martim Francisco. Tudo começou por volta das 21h30, quando a Guarda Civil Municipal foi acionada para atender um caso de violência contra mulher.

A informação era de que um homem havia acabado de agredir a companheira dentro de um estabelecimento comercial na Rua Albino Fernandes de Barros, além de um rapaz que tentou intervir para ajudar a vítima. Os guardas civis foram até o local, mas não localizaram o casal.

Em seguida, dirigiram-se à casa da vítima, onde encontraram a mulher ainda bastante assustada. Ela pediu que, antes de ir à Central de Polícia Judiciária (CPJ) para registrar o boletim de ocorrência contra o agressor, pudesse pegar o carro dela, que havia deixado estacionado no local da agressão.

Um dos GCMs se prontificou a pegar o veículo, mas, quando chegou ao local, foi surpreendido pelo agressor. Descontrolado e demonstrando uma força descomunal, o homem foi para cima do GCM, desferindo socos.

O guarda civil se afastou dele, pedindo para que cessassem as agressões imediatamente. Os apelos foram em vão. O homem partiu novamente para cima do GCM. Temendo uma tragédia maior, caso o agressor pegasse sua arma, o guarda civil efetuou quatro disparos abaixo da cintura, atingindo as pernas do homem, que desabou.

Mesmo ferido, ele precisou ser contido por outros guardas civis até a chegada do socorro. Neste meio tempo, os GCMs descobriram que, além do acesso de fúria, o homem também havia batido a caminhonete dele próximo ao local da agressão.

Em seguida, havia se escondido próximo ao carro da mulher para voltar a agredi-la, quando a vítima viesse pegar o veículo. A própria GCM chamou uma Unidade de Resgate do Corpo de Bombeiros, que levou o agressor à Santa Casa, sob escolta policial. No hospital ele passou por uma cirurgia de emergência.

Paralelamente, os guardas civis apresentaram o caso à CPJ de Mogi Guaçu, onde o homem, após se recuperar, irá responder por violência doméstica, enquadrado na Lei Maria da Penha.

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