A Comarca

Aposentado reclama de aumento na conta de água

O aposentado Antônio Quirino de Souza, de 79 anos, procurou a redação de A COMARCA para expor um problema relacionado ao aumento de quase cinco vezes no valor de sua conta de água, em comparação ao mínimo que normalmente pagava na residência onde mora com a esposa e uma filha, na Avenida Jorge Tibiriçá, na região central.

Ele demonstrou que, em março, a fatura foi de R$ 51,88. Subiu para R$ 94,65 em abril, R$ 112,01 em maio e, agora em junho, chegou uma conta de R$ 251,79. Antes mesmo da fatura de junho chegar, ele tomou a iniciativa de ir até o Serviço Autônomo de Água e Esgotos (Saae) e verificar o que estava ocorrendo.

Conforme descreveu, foi orientado, primeiramente, a checar se não havia vazamento. Contratou uma pessoa para fazer o serviço e o resultado foi negativo. Depois, ainda conforme seu depoimento, foi solicitado a ele que fizesse uma medição do consumo. O acompanhamento, segundo ele, comprovou que o consumo havia regredido a cerca de 250 litros por dia, o qual, mantido nestas proporções, acarretaria, até a próxima medição, menos de 10 mil litros (10 m³), quando se cobra o mínimo.

RESSARCIMENTO
Souza disse que a pessoa que o atendeu no Saae procurou tranquilizá-lo, afirmando que o consumo aferido já iria automaticamente reduzir a conta de água. Mas ele não se deu por convencido. “Quero saber se serei ressarcido, porque ficou comprovado que não gasto a quantidade de água que me foi atribuída”, considerou.

A reportagem de A COMARCA esteve no setor de cobranças do Saae e foi informada que a avaliação da autarquia é que a leitura foi feita de forma correta. Na avaliação do servidor que conversou com a reportagem, provavelmente, em se descartando vazamento (algo que, segundo ele, é comum neste tipo de situação), existe a possibilidade de alguma ocorrência, como, por exemplo, o mau funcionamento da boia da caixa de água ou de alguma descarga.

Ainda segundo o servidor, o Saae pode fazer a aferição do hidrômetro, cujo procedimento é cobrado (R$ 41). “Se ficar comprovado que o problema teve origem no mau funcionamento do hidrômetro, a taxa não é cobrada e se inicia todo um processo de averiguação para reparar algum prejuízo que o consumidor, eventualmente, possa ter tido por conta da situação criada”, explicou o colaborador.

Share on facebook
Share on twitter
Share on whatsapp
Veja mais
Confira mais notícias
Edições semanais
EDITORIAL
Capa Nelson Theodoro
Capa Pacóla
EDITORIAL

Siga a comarca nas redes sociais

site_mobile_menu

Siga A Comarca

Share on facebook
Share on twitter
Share on linkedin
Share on whatsapp