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Alma Mater celebra 30 anos de fundação

Uma missa realizada na noite desta quarta-feira, 29, na Igreja Senhor Bom Jesus, no bairro do Mirante, marcou os 30 anos de fundação do Serviço de Acolhimento Institucional Associação Alma Mater, entidade que acolhe crianças e adolescentes cuja guarda foi retirada dos pais ou responsáveis por determinação judicial.

Com suas operações centralizadas em dois endereços (Avenida Padre João Vieira Ramalho, no Mirante, e Rua Vítor Salvato, no Jardim Panorama), a Alma Mater é presidida atualmente por Silvio Eduardo Eckmann Helene e atende a cerca de 40 crianças e adolescentes “24 horas por dia e 7 dias por semana”, conforme faz questão de enfatizar a sua diretoria.

Por se tratar de um trabalho extremamente especializado, a Alma Mater conta com uma equipe multifuncional composta por educadores que trabalham em turnos diários e noturnos, assistentes sociais, pedagogas, psicólogas, coordenadora e auxiliares administrativos.

Fundamentalmente, a entidade atua na proteção e promoção dos direitos de crianças e adolescentes vítimas de violências diversas, situações de negligências e risco social, encaminhadas pela Vara da Infância e Juventude e Conselho Tutelar.

Entidade atua na proteção e promoção dos direitos de crianças e adolescentes vítimas de violências diversas, situações de negligências e risco social (Foto: Divulgação)

FUNDAÇÃO
Ao longo destes 30 anos, a Alma Mater tem tido uma contribuição imprescindível da comunidade local, que sempre ajuda nas campanhas para suprir necessidades eventuais. São muitas também as pessoas que deixaram sua marca para a consolidação do seu atendimento.

Nesse sentido, merece uma distinção especial a firme atuação de Maria Terezinha Staut Gomes Pinto Ferraz, que, no início da década de 1990, atuava na orientação de adolescentes gestantes na qualidade de coordenadora de um trabalho de planejamento familiar junto ao então Centro de Planejamento Familiar (Cenplafam).

À época, atuava no Fórum local o juiz Maurício Garibe, titular da Vara da Infância e da Juventude, o qual teve a iniciativa de levar a Terezinha sua percepção de que o município necessitava de um abrigo para acolhimento de crianças e adolescentes vitimizadas, em conformidade com a Lei Federal 8069/90, o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).

Foi através deste entendimento que a iniciativa foi ganhando corpo, com o apoio decisivo do Poder Público Municipal, resultando na consequente fundação da Casa Abrigo Alma Mater, em 29 de junho de 1992. Todo este empenho resultou na inauguração, em 19 de novembro de 1993, da sede própria, quando recebeu as primeiras crianças.

Desde a inauguração, a entidade já acolheu 940 pessoas, muitas das quais, até os dias de hoje mantém algum tipo de contato com os colaboradores, procurando retribuir de alguma forma o carinho e a assistência que receberam em um momento muito especial de suas vidas.

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